- Papa Leão XIV visitará Uruguai, Argentina e Peru entre 6 e 17 de novembro, informou o Vaticano
- A viagem marca o retorno do pontífice à América do Sul, onde atuou por décadas como missionário
- Nascido em Chicago, Leão XIV viveu mais de 20 anos no Peru e foi bispo de Chiclayo
- No Peru, o papa visitará Lima, Chiclayo, Cusco e Pucallpa entre 11 e 17 de novembro
- O roteiro começará pelo Uruguai, com visitas a Montevidéu, Paysandú e Florida, de 6 a 8 de novembro
- Em seguida, o pontífice passará pela Argentina, visitando Buenos Aires, Córdoba e Luján até 11 de novembro
- Será a primeira visita oficial de um papa ao Uruguai e à Argentina em quase 40 anos
- O último pontífice a visitar a Argentina foi João Paulo II, em 1987; Francisco nunca voltou ao país como papa
O papa Leão XIV visitará o Uruguai, a Argentina e o Peru entre os dias 6 e 17 de novembro, informou o Vaticano nesta quarta-feira (5). A viagem marca o retorno do pontífice à América Latina, onde passou décadas como missionário.
Nascido Robert Francis Prevost, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, o papa viveu por mais de duas décadas no Peru, onde atuou como missionário e foi bispo de Chiclayo. A cidade do norte peruano estará entre as paradas da viagem apostólica, ao lado da capital Lima, além de Cusco e Pucallpa.
Leão XIV, que obteve a cidadania peruana em 2015, permanecerá no Peru entre 11 e 17 de novembro, na etapa final da viagem.
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A visita apostólica começará no Uruguai e seguirá para a Argentina, marcando a primeira visita oficial de um papa aos dois países sul-americanos em quase 40 anos.
O antecessor de Leão XIV, o papa Francisco, nunca retornou ao seu país natal, a Argentina, durante seu pontificado.
O último papa a visitar a Argentina foi João Paulo II, em 1987, seguido por uma viagem ao Uruguai em 1988. Francisco esteve no Peru em 2018.
No Uruguai, Leão XIV visitará Montevidéu, Paysandú e Florida entre os dias 6 e 8 de novembro. Em seguida, seguirá para a Argentina, onde passará por Buenos Aires, Córdoba e Luján até 11 de novembro.
* Com informações da Reuters
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