O Ministério das Relações Exteriores de Israel, em parceria com o Museu Amigos de Sião, realizou em Jerusalém um encontro com mais de mil pastores e influenciadores evangélicos. O objetivo foi fortalecer o apoio cristão no combate ao antissemitismo global.
Participaram autoridades israelenses e líderes de governo, em um formato de treinamento ideológico e diplomático. O plano é comissionar os presentes como embaixadores pró-Israel em suas comunidades, difundindo a narrativa israelense e ampliando a atuação contra o antissemitismo.
Detalhes do encontro
Os participantes tiveram atividades de observação de vítimas de ataques e visitas a locais estratégicos para a comunidade judaica. Entre as visitas, houve passagem pelo local do Festival de Música Nova, cenário do ataque que deixou 378 mortos e 44 sequestrados, além de uma oração coletiva no Muro das Lamentações.
O evento ocorreu em Jerusalém nesta semana, com a maior reunião já realizada desde a criação do Estado de Israel. Segundo os organizadores, é a primeira parceria oficial com mil pastores para atuação como embaixadores na luta contra o antissemitismo e na divulgação de Israel.
Conteúdos e perspectivas
A iniciativa é apresentada como parte de uma “guerra ideológica” que, segundo o organizador, precisa de apoio evangélico para alcançar a juventude. Destaque ficou para a afirmação de que o esforço envolve financiamento de outros países, incluindo Catar, por meio de tecnologias e estratégias para influenciar debates.
O líder do Amigos de Sião afirmou que o lançamento de uma campanha global está previsto para 2026. O objetivo é alcançar um milhão de pastores e um milhão de igrejas, ensinando uma visão bíblica que, segundo ele, sustenta promessas ao povo judeu e aos cristãos.
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