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Missionária no The Send diz: nações estão prontas, falta resposta

Missionária da Jocum afirma que as nações estão prontas; o Brasil precisa responder ao chamado missionário, com distribuição de Bíblias em Guiné-Bissau

Missionária Giane Brunetti no The Send Brasil., (Foto: Reprodução/YouTube/Dunamis Movement)
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A missionária Giane Brunetti, da organização Jovens com uma Missão (JOCUM), reuniu a nova geração para falar sobre o chamado às nações durante o The Send Brasil 2026. No evento realizado no sábado, em Guiné-Bissau, ela compartilhou avanços do Evangelho no país africano e pediu resposta urgente da Igreja brasileira.

Brunetti e o marido, Jefferson Brunetti, atuam como missionários em Guiné-Bissau, onde vivem com os filhos Jonathan e William. A estratégia adotada pela equipe é distribuir uma Bíblia a cada casa em um país majoritariamente muçulmano, com o objetivo de alcançar 500 mil residências. Em três anos, mais de 60 mil lares já receberam as escrituras.

A missionária relatou que a entrega da Palavra em idioma local tem produzido respostas significativas, incluindo testemunhos de pessoas que descobrem que Deus fala a sua língua. Um caso citado envolveu um homem Bijagó que, ao receber a Bíblia, manifestou emoção e afirmou que mostraria o conteúdo a familiares e vizinhos.

Avanço do evangelho em Guiné-Bissau

Giane ressaltou que o trabalho tem acompanhado milagres, mas enfatizou a necessidade de mobilização constante. Entre os relatos, houve a história de um muçulmano que pediu oração pela mãe, que se levantou após receber apoio espiritual e terapêutico, passando a andar após as preces.

A missionária afirmou que Guiné-Bissau já foi reconhecida como sinal da glória de Deus dentro de uma janela missionária específica. Ela destacou ainda que, apesar dos resultados, a expansão depende do engajamento de mais pessoas dispostas a agir.

Chamado aos cristãos brasileiros

Giane reforçou que ainda existem trilhões de pessoas sem acesso ao Evangelho, o que, segundo ela, não está ligado à dificuldade do campo, mas à escassez de trabalhadores. Ela apontou que o Brasil tem um papel estratégico, afirmando que o país foi preparado para servir às nações.

A missionária criticou o baixo investimento missionário no Brasil, afirmando que o orçamento destinado a missões transculturais é insuficiente. Ela pediu que famílias cristãs priorizem a obediência ao chamado de Deus acima de padrões sociais ou educacionais.

Giane encerrou com o apelo de que as portas das nações já estão abertas e que a resposta depende da mobilização de pessoas dispostas a partir. Ela repetiu a ideia central: não é falta de chamado, é falta de resposta.

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