Uma mulher criada em uma família muçulmana, filha de líderes de mesquita, relatou ter buscado a verdade durante seus estudos de pós-graduação. A investigação religiosa começou com debates com colegas cristãos na universidade, que levaram a questionamentos sobre Jesus.
Para defender o islamismo, ela decidiu analisar criticamente as crenças cristãs. Em troca de ideias, recebeu uma Bíblia de um colega e retribuiu com um Alcorão, mantendo o intercâmbio de textos e argumentos entre eles.
Apesar de acreditar ter apresentado argumentos fortes, a inquietação persiste. Ela passou a orar e jejuar, pedindo direção espiritual a Alá e buscando provas que sustentassem suas convicções, segundo seu relato.
Mudança de tema: entrada de novos recursos
Em um momento de crise interior, um amigo enviou materiais baseados em Em Defesa de Cristo, de Lee Strobel, que aborda a crucificação e a ressurreição. Ela leu o livro e reconsiderou a leitura da Bíblia.
Ao abrir a Bíblia novamente, passou a ler com a possibilidade de veracidade dos relatos. Relatou ter sentido uma experiência perceptível ao considerar a possibilidade de que as narrativas pudessem ter ocorrido.
Convocação emocional
Durante conversas com uma amiga cristã, recebeu a orientação de orar pedindo que Jesus entrasse no coração. Para alguém criado dentro do islamismo, a decisão representava um marco significativo de mudança.
Ela relatou a prática da oração, pedindo a Deus que se revelasse. A manhã seguinte trouxe alívio do tormento descrito, segundo seu relato, marcando a transição inicial de fé.
Conclusão da trajetória
Após a experiência, a jovem seguiu estudando os Evangelhos e passou a frequentar uma igreja. Em um culto, uma declaração pública sobre entregar a vida a Cristo impulsionou a decisão definitiva.
Ela afirmou que a confiança se deslocou: seria necessário mais fé para não acreditar em Jesus do que para acreditar nele. A trajetória começou com a defesa do islamismo e terminou em fé em Cristo.
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