A cantora evangélica Eliã Oliveira criticou o uso de inteligência artificial na composição de músicas gospel, afirmando que a adoração vai além de letras bem elaboradas ou de recursos tecnológicos. A declaração gerou debates nas redes sociais sobre o papel da tecnologia na criação musical.
Segundo a artista pernambucana, a música cristã nasce de vivência, oração e intimidade com Deus, elementos que, em sua visão, a IA não pode reproduzir. Ela reforçou que a geração automática de texto não substitui o testemunho e o relacionamento espiritual do autor.
A fala acontece em meio a discussões recentes sobre tecnologia na música religiosa e intensifica o tema do que configura autenticidade na worship music. O posicionamento da cantora foi apresentado em entrevista a um portal evangélico.
Novo projeto ao vivo
Na quinta-feira, 16, Eliã Oliveira gravou mais um projeto ao vivo em Caruaru, no Agreste pernambucano. A agenda recente reforça a atuação da artista no circuito gospel regional, com foco em apresentações ao vivo.
Trail de carreira de Eliã Oliveira aponta para 45 anos de atuação, mais de 26 álbuns gravados e seis discos de ouro. Ela é referência da música gospel pentecostal no Nordeste e mantém ministério ativo com projeção nacional.
O single Salmos 91, lançado em 2023, teve grande repercussão, acumulando milhões de visualizações no YouTube e participação constante em congressos e eventos religiosos no Brasil e no exterior. A cantora atua como membro da Assembleia de Deus e busca expansão ministerial.
A presença da missionária Michele Collins no evento destacou a relevância do momento. Ela ressaltou o impacto do trabalho de Eliã Oliveira em levar a mensagem de fé a milhares de pessoas.
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