Heidi Bruce, de 27 anos, deu início a uma prática de reparenting ao dançar em uma loja Target ao ouvir uma música que a momentaneamente envolveu. A ação foi motivada pelo desejo de enfrentar ansiedades e demonstrar uma expressão livre de conforto com o próprio corpo, mesmo diante de olhares alheios.
A iniciativa envolve Bruce e uma comunidade online dedicada ao conceito de reparenting, que busca ouvir o eu infantil e atuar como fonte de cuidado e de proteção. A cantora de seu repertório impulsionou a experiência, registrada em vídeos que ganharam visibilidade nas redes sociais.
O episódio ocorreu em uma unidade da Target e ganhou alcance entre o público pela forma autêntica como a jovem lida com o medo e o julgamento. Bruce diz que a experiência não é apenas um ato de diversão, mas parte de um processo terapêutico próprio.
Além de compartilhar as ações, Bruce documenta a jornada de reparenting em plataformas digitais, com vídeos que já conquistaram milhões de visualizações. A repercussão trouxe tanto apoio quanto críticas entre os internautas.
O que é reparenting
Segundo Bruce, o objetivo é dialogar com a parte infantil que persiste na vida adulta, reconhecendo necessidades e oferecendo cuidado. A prática envolve reconhecer emoções, respirar fundo e, quando necessário, buscar apoio de amigos ou de atividades terapêuticas.
Especialistas em saúde mental indicam que a técnica pode ajudar a reduzir autocrítica e a fortalecer a sensação de autenticidade. No entanto, ressaltam que a voz cuidadosa nem sempre é de aprovação a todos os desejos da criança interna.
No caso de Bruce, a experiência também suscita debates sobre limites e responsabilidade, destacando que o cuidado interno nem sempre corresponde a ações que podem expor o indivíduo a situações de risco ou constrangimento. A prática continua sob observação de psicólogos.
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