Refugiados norte-coreanos que conseguem deixar o país chegam a casas seguras gerenciadas pela Portas Abertas e parceiros locais em outros países. Nesses abrigos, eles recebem alimentação, atendimento médico e suporte pastoral, além de orientação espiritual.
O fluxo de saída da Coreia do Norte tem diminuído nos últimos anos, com fronteiras bem protegidas e travessias mais perigosas. Muitas saídas ocorrem de modo irregular ou mediante vistos concedidos sob condições específicas.
Ao chegar, os refugiados passam a vivenciar a Bíblia pela primeira vez. Em meio aos relatos de desinformação sobre cristãos e fés, a leitura provoca choque com aquilo que aprenderam sobre o Estado.
Conversões e riscos
Alguns refugiados passam a aceitar Jesus como parte de seu processo de aculturação e busca espiritual. Outros seguem com receio e desconfiança, mantendo-se em silêncio por segurança.
O contato com a fé pode tornar-se arriscado caso retornem ao país de origem. A Coreia do Norte costuma questionar sobre participação religiosa, redes de suporte e leitura bíblica.
Para a Portas Abertas, o desafio é oferecer segurança e acesso às Escrituras, sabendo que a experiência pode custar tudo caso voltem para casa. Cada estudioso da Bíblia em abrigo seguro envolve escolhas profundas.
A Coreia do Norte ocupa a primeira posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, compilada pela Portas Abertas.
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