A frase atribuída a Zenão de Cítio, fundador da escola estoica, afirma que o autoengano é um obstáculo para a compreensão do conhecimento. A ideia circula há dois milênios e volta a ganhar força em debates sobre equilíbrio emocional e autocontrole.
Segundo o que circula na imprensa internacional, a frase funciona como paráfrase das ideias centrais do estoicismo. A escola defendia que a razão deve guiar a vida, distinguindo percepções verdadeiras de ilusões provocadas pelas emoções.
Para os estoicos, o sofrimento não decorre apenas de acontecimentos externos, mas das interpretações equivocadas que fazemos desses acontecimentos. Desvendar a realidade com nitidez seria essencial para a sabedoria e o autocontrole.
A discussão sobre o tema ganhou destaque em uma publicação recente de um jornal argentino, que relaciona a ideia com conceitos clássicos do estoicismo, presentes em pensadores como Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio.
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