O Papa Leão XIV realizou nesta sexta viagem inédita ao norte da Itália. Em Pavia, cidade lombarda que abriga relíquias de Santo Agostinho, ele pediu o fim do ódio e do bullying, alinhando-se ao Dia Mundial do Refugiado, celebrado neste sábado. O pontífice destacou a necessidade de atitudes individuais para mudar tempos difíceis.
A visita também teve foco nas ações de acolhimento e parcerias com a comunidade local. Em frente à catedral de Pavia, jovens e membros da comunidade sul-americana o acompanharam, enquanto o líder católico lembrou a importância de construir amizades reais, com presença física, e não apenas virtuais.
Pavia: relíquias e hospitalidade
Durante a cerimônia, Leão XIV citou a Constituição Italiana para valorizar instituições como escolas, hospitais e centros paroquiais que atestam hospitalidade e dignidade. O Papa percorreu o altar da Basílica de São Pedro in Ciel d’Oro, onde estavam expostas as relíquias.
Ainda em Pavia, o Pontífice visitou o Centro Nacional de Hadronterapia Oncológica, cumprimentando pacientes e familiares. Segundo a organização, a abordagem enfatizou o papel da família em momentos difíceis, conforme afirmou o líder religioso.
Sant’Angelo Lodigiano: terra de Cabrini
A viagem ao norte italiano inclui Sant’Angelo Lodigiano, onde Leão XIV visita a paróquia de Santo Antônio Abade e a capela dedicada a Santa Francesca Cabrini, padroeira dos imigrantes. Lá, está guardado o coração da missionária, objeto de devoção local. A agenda reforça o tema da proteção dos refugiados e da dignidade humana.
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