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Maria José Gomes, educadora e bordadeira, morre aos 111 anos em Minas Gerais

Maria José Gomes, a Tati, deixou um legado indelével na educação mineira e faleceu aos 111 anos, em Ponte Nova.

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Maria José Gomes, conhecida como Tati, faleceu em 26 de março de 2025, aos 111 anos, em sua casa em Ponte Nova, Minas Gerais. Ela foi uma educadora e bordadeira que fez importantes contribuições para a educação na região, sendo lembrada pela Superintendência Regional de Ensino. Tati nasceu em Barra Longa e se mudou para Ponte Nova aos nove anos. Desde jovem, enfrentou dificuldades para estudar, copiando livros à mão. Tornou-se professora e, em 1965, foi a primeira delegada da superintendência de ensino local. Em 1983, recebeu uma medalha de mérito educacional. Além de sua carreira na educação, Tati teve um ateliê de bordados por cinquenta anos, exportando produtos para a França e Turquia. Após se aposentar, trabalhou como assistente social em uma usina local. Embora não tenha se casado nem tido filhos, criou sua sobrinha e quatro sobrinhos-netos. Sua sobrinha, Ana Virgínia Gomes, lembra que Tati sempre buscou um ambiente familiar acolhedor. Mesmo com problemas de visão, Tati permaneceu ativa e lúcida até o fim da vida. A Superintendência Regional de Ensino destacou que seu legado na educação mineira é inesquecível.

Maria José Gomes, conhecida como Tati, faleceu em 26 de março de 2025, aos 111 anos, em sua residência em Ponte Nova, Minas Gerais. A educadora e bordadeira mineira foi reconhecida por sua significativa contribuição à educação, sendo lamentada pela Superintendência Regional de Ensino.

Natural de Barra Longa, Tati se mudou para Ponte Nova aos nove anos. Desde cedo, enfrentou dificuldades para estudar, copiando livros didáticos à mão. Tornou-se professora do ensino básico e, em 1965, foi a primeira delegada da superintendência de ensino local. Em 1983, recebeu a medalha de mérito educacional do então governador Eduardo Azeredo.

Além de sua carreira no magistério, Tati manteve um ateliê de bordados por cinquenta anos, exportando enxovais para países como França e Turquia. Após a aposentadoria, atuou como assistente social na Usina Anna Florência, a maior açucareira da região. Embora não tenha se casado nem tido filhos biológicos, criou a sobrinha e quatro sobrinhos-netos.

A psicóloga Ana Virgínia Gomes, sobrinha de Tati, recorda que ela sempre buscou proporcionar um ambiente familiar acolhedor. “Quando Tati se mudou para Araraquara, ela procurou crianças para brincar com os sobrinhos”, conta. Mesmo após perder a visão de um olho e enfrentar problemas de glaucoma, Tati manteve-se lúcida e ativa até o fim da vida.

A Superintendência Regional de Ensino de Ponte Nova destacou que o legado de Tati na educação mineira “deixou uma marca indelével em milhares de pessoas”. Seu nome será eternamente lembrado na história da instituição.

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