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Restauração inadequada de imagem sacra gera polêmica em Pirenópolis e revolta fiéis

Restauração inadequada da imagem de Nossa Senhora das Dores em Pirenópolis gera polêmica e exige novo projeto de recuperação pelo Iphan.

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Uma restauração mal feita na imagem de Nossa Senhora das Dores, que fica na Igreja Nossa Senhora do Rosário em Pirenópolis (GO), deixou fiéis e autoridades muito irritados. A escultura, que é do século XVIII e conhecida por sua expressão de sofrimento, teve sua aparência alterada, com feições mais suaves e pele mais clara. A mudança foi percebida em abril, levando as pessoas a denunciarem o caso ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Iphan confirmou que a restauração foi feita sem autorização e sem a supervisão de um especialista. As alterações descaracterizaram a imagem original, como o rosado das bochechas e a quase ausência das lágrimas. Após receber reclamações no dia 4 de abril, o Iphan fez uma vistoria no dia 8 e concluiu que a imagem foi significativamente alterada, recomendando um novo projeto de restauração que siga normas técnicas. Outras duas imagens da mesma igreja também apresentaram problemas semelhantes. Apesar dos danos, o Iphan acredita que a recuperação da imagem é possível. A Diocese de Anápolis, que cuida da igreja, foi pedida para enviar explicações e um plano para restaurar a obra. A Diocese afirmou que está comprometida com a preservação do patrimônio histórico e aguarda o parecer técnico final para decidir os próximos passos.

Uma restauração inadequada na imagem de Nossa Senhora das Dores, na Igreja Nossa Senhora do Rosário em Pirenópolis (GO), gerou indignação entre fiéis e autoridades. A escultura do século XVIII, conhecida por sua expressão de sofrimento, foi alterada, apresentando feições suavizadas e pele mais clara. A modificação foi notada em abril, levando fiéis a denunciarem o caso ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O Iphan confirmou que a intervenção ocorreu sem autorização e sem acompanhamento técnico. A restauração, realizada sem a devida autorização, descaracterizou a imagem original, apagando marcas históricas. As bochechas foram rosadas, os cílios mais definidos e as lágrimas quase desapareceram. O instituto recebeu reclamações no dia 4 de abril, e uma vistoria foi feita no dia 8.

O laudo do Iphan indicou que os traços da santa foram alterados de forma significativa e recomendou um novo projeto de restauro, que deve seguir documentação técnica e testes laboratoriais. Além disso, outras duas imagens da mesma igreja também apresentaram intervenções inadequadas. Apesar dos danos, o Iphan acredita que a recuperação da imagem é possível.

A Diocese de Anápolis, responsável pela igreja, foi solicitada a enviar esclarecimentos e um cronograma para a recuperação da obra. Em nota, a Diocese reafirmou seu compromisso com a preservação do patrimônio histórico e aguarda o parecer técnico final para definir os próximos passos.

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