Miguel Oliveira, conhecido como “Pastor Mirim”, foi proibido de pregar e usar redes sociais pelo Conselho Tutelar devido a polêmicas em suas pregações, que incluíam alegações de curas milagrosas. Recentemente, ele anunciou em seu Instagram que seu retorno será “assustador”, apesar da proibição. O Ministério Público está investigando ameaças que ele recebeu online, enquanto o pastor da sua igreja confirmou a decisão de afastamento. Miguel, que tem 14 anos e é membro da Assembleia de Deus Avivamento Profético, foi orientado a interromper suas atividades religiosas e retornar às aulas presenciais. A decisão foi tomada para proteger seu desenvolvimento emocional e educacional, já que ele vinha recebendo críticas e ameaças nas redes sociais. Ele ganhou notoriedade por suas pregações e vídeos que viralizam, mas também enfrenta críticas por falta de embasamento bíblico e por explorar a fé alheia.
Miguel Oliveira, conhecido como “Pastor Mirim”, foi proibido de pregar e usar redes sociais pelo Conselho Tutelar. A decisão ocorreu em reunião no dia 29 de abril, com a presença dos pais e do pastor da Assembleia de Deus Avivamento Profético. A medida visa proteger o adolescente, que vinha gerando polêmica com suas pregações e alegações de curas milagrosas.
O jovem, que acumulava cerca de 1 milhão de seguidores no Instagram, foi orientado a se afastar de publicações relacionadas a revelações espirituais. Em um vídeo controverso, ele rasgou documentos médicos durante um culto, afirmando curar doenças graves como câncer e leucemia. Essa atitude gerou críticas nas redes sociais, com internautas questionando a veracidade de suas ações.
Após a repercussão negativa, os pais de Miguel procuraram o Ministério Público de São Paulo, que agora investiga ameaças recebidas pelo adolescente. O pastor Marcinho Silva confirmou a decisão de afastamento, ressaltando que a medida é para preservar o desenvolvimento emocional e educacional do jovem. Miguel deverá retornar às aulas presenciais, interrompendo os estudos à distância.
A situação gerou debates entre teólogos e internautas, que criticam a falta de embasamento bíblico nas mensagens de Miguel. Apesar das críticas, ele recebeu apoio de algumas figuras públicas, que defendem seu trabalho. Em resposta às acusações, o adolescente afirmou que as manifestações negativas servem como motivação para seu crescimento espiritual.
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