O Rev. Robert Prevost, agora Papa Leo XIV, escreveu sua tese de doutorado sobre como os superiores religiosos exercem autoridade. Esse tema é importante, especialmente agora que ele lidera a Igreja Católica, que tem 1,4 bilhão de fiéis. A forma como essa autoridade é usada tem sido estudada, especialmente após casos de abuso de poder. Prevost, que foi superior da ordem agostiniana e bispo no Peru, também trabalhou no Vaticano, onde lidou com casos de bispos acusados de abusos. Seu orientador na universidade, o Rev. Thomas Joseph White, elogiou a compreensão de Prevost sobre a vida religiosa e a autoridade. Ele destacou que Prevost acredita que a autoridade deve ser um ato de serviço ao bem comum, e não uma busca por poder pessoal. Em sua tese, Prevost se baseou nas ideias de Santo Agostinho, afirmando que não há espaço para quem busca poder sobre os outros. Ele enfatizou que a verdadeira autoridade deve ser desinteressada e focada no bem da comunidade.
O Rev. Robert Prevost, agora Papa Leo XIV, escreveu sua tese de doutorado sobre a autoridade dos superiores religiosos. O reitor da universidade onde ele estudou, a Pontifícia Universidade de Santo Tomás de Aquino, destacou que o tema é relevante, especialmente agora que Prevost lidera a Igreja Católica, com 1,4 bilhão de fiéis.
A tese de Prevost aborda como os superiores religiosos devem exercer sua autoridade de maneira altruísta, rejeitando o poder egoísta. Este assunto ganhou nova importância devido a casos de abuso de autoridade por líderes religiosos, que têm sido amplamente discutidos nos últimos anos. Prevost, que foi superior da ordem agostiniana e bispo de Chiclayo, no Peru, também atuou como prefecto do dicastério do Vaticano para bispos.
O Rev. Thomas Joseph White, reitor da universidade, elogiou a compreensão madura de Prevost sobre a vida religiosa e a autoridade. Ele destacou que a tese reflete um interesse particular de Prevost nas reformas do Concílio Vaticano II e no novo código legal da Igreja, adotado em mil novecentos e oitenta e três.
Prevost enfatizou que o exercício da autoridade deve ser um ato de serviço ao bem comum. Em sua tese, ele citou Santo Agostinho, afirmando que “não há espaço no conceito de autoridade de Agostinho para quem busca poder sobre os outros”. Essa visão será crucial em seu novo papel como líder da Igreja Católica.
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