- No dia 13, militantes fulani atacaram a comunidade de Gwon, na Nigéria, resultando na morte de dois evangelistas.
- Os religiosos estavam na região para compartilhar mensagens de fé quando foram surpreendidos pelos disparos.
- Após o ataque, os militantes se dirigiram à comunidade vizinha de Jol, onde continuaram a violência.
- Os atacantes invadiram a sede da comunidade de Rim, gerando uma intensa troca de tiros que durou cerca de uma hora.
- A situação na região é crítica, com a população vivendo em constante medo e apreensão devido à frequência dos ataques.
No domingo (13), a comunidade de Gwon, na Nigéria, foi alvo de um ataque brutal por militantes fulani, resultando na morte de dois evangelistas. Os religiosos estavam na região para compartilhar mensagens de fé quando foram surpreendidos pelos disparos. Solomon Daylop, líder da Associação de Jovens Berom Moulders, testemunhou a cena e relatou que os agressores dispararam contra a comunidade, causando pânico entre os moradores.
Após o ataque em Gwon, os militantes se dirigiram à comunidade vizinha de Jol, onde continuaram a violência. Enquanto os moradores enterravam os evangelistas, os atacantes invadiram a sede da comunidade de Rim, resultando em uma intensa troca de tiros que durou cerca de uma hora. Daylop destacou que os militantes, em número superior a cem e bem armados, ameaçaram retornar à noite, deixando a população em estado de ansiedade e medo.
A onda de violência contra comunidades cristãs na Nigéria tem se intensificado, especialmente no Cinturão Médio e Nordeste do país. Os ataques visam agricultores de subsistência, que estão em período de plantio, resultando em destruição de plantações e empobrecimento das famílias. A Missão Portas Abertas fez um apelo por orações, ressaltando que os ataques a seguidores de Jesus ocorrem quase diariamente na região. A situação permanece crítica, com a população vivendo em constante apreensão.
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