- A banda Oficina G3 processou a gravadora MK Music por exploração indevida de fonogramas e comercialização de obras lançadas entre 2000 e 2016.
- O processo foi protocolado em junho de 2025 na 5ª Vara Cível do Rio de Janeiro.
- Os autores da ação incluem os integrantes da banda e a produtora Tecla Produções Artísticas LTDA.
- A parceria entre a Oficina G3 e a MK Music começou em 2000 e foi encerrada em 2016.
- Até o momento, a MK Music não se manifestou sobre o processo, que não está sob segredo de justiça.
A banda Oficina G3, referência no rock cristão brasileiro, processou a gravadora MK Music por suposta exploração indevida de fonogramas e comercialização de obras lançadas entre 2000 e 2016. O processo foi protocolado em junho de 2025 na 5ª Vara Cível do Rio de Janeiro.
Os integrantes da banda, Eduardo Silva Tambasco, Jean Carlos Lemes Miranda, José Issa João Afram Junior e Pedro Geraldo Mazarão, além da produtora Tecla Produções Artísticas LTDA, são os autores da ação. O caso tramita sob o número 0873007-13.2025.8.19.0001 e envolve questões de direito autoral.
A parceria entre a Oficina G3 e a MK Music começou em 2000, com o lançamento do álbum O Tempo. Durante os 16 anos de colaboração, a banda lançou diversos álbuns e DVDs, consolidando sua presença no cenário gospel. Entre os destaques estão DDG Experience (2010) e MK CD Ouro – As 10 Mais.
Após a rescisão do contrato em 2016, a banda optou por seguir uma trajetória independente. Até o momento, não houve manifestação oficial da MK Music sobre o processo, que não está sob segredo de justiça. A situação levanta questões sobre os direitos autorais e a exploração de obras no mercado musical.
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