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Vereadores processam UFRGS por impedir culto de alunos e denunciam intolerância religiosa

Vereadores denunciam UFRGS por intolerância religiosa após proibição de culto cristão, gerando apoio de parlamentares e organizações sociais

Estudantes cristãos realizam culto em frente à UFRGS (Foto: Reprodução)
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  • Dois vereadores de Porto Alegre protocolaram ações no Ministério Público contra a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) após a proibição de um culto cristão no campus.
  • O evento, organizado pelo grupo “Aviva Universitário”, estava marcado para o dia 12 de agosto, mas foi impedido pela segurança da universidade.
  • Os jovens cristãos tentaram realizar o culto em um canteiro na entrada da UFRGS, mas foram novamente barrados e se deslocaram para uma rótula em frente à universidade, onde cerca de 500 pessoas participaram.
  • A vereadora Mariana Lescano (PP) denunciou a UFRGS por intolerância religiosa, enquanto o vereador Tiago Albrecht (PN) pediu uma investigação sobre a proibição e questionou a seletividade nas permissões de eventos.
  • A proibição gerou forte repercussão nas redes sociais, com críticas de parlamentares e organizações, que consideraram a ação uma violação das liberdades religiosas.

Dois vereadores de Porto Alegre protocolaram ações no Ministério Público contra a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) após a proibição de um culto cristão no campus. O evento, organizado pelo grupo “Aviva Universitário”, estava agendado para o dia 12 de agosto, mas foi barrado pela segurança da universidade.

Os jovens cristãos tentaram realizar o culto em um canteiro na entrada da UFRGS, mas foram novamente impedidos. Assim, o grupo se deslocou para uma rótula em frente à universidade, onde cerca de 500 participantes se reuniram para a celebração. A vereadora Mariana Lescano (PP) denunciou a UFRGS por intolerância religiosa, afirmando que a instituição permite outras atividades, mas restringe eventos cristãos.

O vereador Tiago Albrecht (PN), presidente da Comissão Parlamentar de Defesa do Estado Laico, também pediu uma investigação sobre a proibição, questionando a seletividade nas permissões de eventos. Ele solicitou a divulgação das diretrizes da UFRGS para eventos, buscando esclarecer se houve discriminação religiosa.

A repercussão nas redes sociais foi intensa, com diversos parlamentares e organizações criticando a ação da UFRGS. O vereador Ramiro Rosário destacou que a universidade deveria ser um espaço de diversidade, e não de seletividade ideológica. A Frente Parlamentar em Defesa da Liberdade Religiosa e outras instituições emitiram uma nota conjunta repudiando a proibição, considerando-a uma violação das liberdades religiosas.

O culto do “Aviva Universitário” foi planejado após a missão enviar documentos formais à UFRGS solicitando o uso de um anfiteatro, mas a reitoria não autorizou e não justificou a recusa. O grupo, liderado pelo evangelista Lucas Teodoro, enfrentou resistência da segurança, que impediu a realização do evento em espaço público.

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