- Um tiroteio em uma igreja católica em Minneapolis resultou na morte de duas crianças e deixou 21 feridos.
- As vítimas fatais foram uma menina de 10 anos e um menino de 8 anos.
- O autor do crime, de 23 anos, foi encontrado morto, aparentemente por suicídio.
- Durante uma cerimônia em homenagem à menina, sua mãe pediu um compromisso coletivo para reduzir a violência armada nos Estados Unidos.
- O evento também destacou a necessidade urgente de medidas para proteger as crianças da violência.
MINNEAPOLIS (AP) — Um tiroteio em massa em uma igreja católica em Minneapolis resultou na morte de duas crianças, Harper Moyski, de 10 anos, e Fletcher Merkel, de 8 anos, além de deixar 21 feridos. O autor do crime, Robin Westman, de 23 anos, foi encontrado morto, aparentemente por suicídio.
Durante uma cerimônia em homenagem a Harper, sua mãe, Jackie Flavin, recordou momentos da vida da filha, descrevendo-a como uma criança “fierce, curious and funny” que não se deixava abalar. O evento, realizado em um anfiteatro ao ar livre, reuniu amigos e familiares que pediram um compromisso coletivo para combater a violência armada nos Estados Unidos.
Flavin expressou a dor da perda, afirmando que o apoio recebido foi fundamental em um momento de desespero. “Sentimos como se estivéssemos no fundo do oceano, onde tudo é escuro e a pressão é esmagadora,” disse. Ela ressaltou que Harper tinha um jeito único de ser e sempre buscava o melhor em tudo.
Chamado à Ação
A cerimônia também foi marcada por um forte apelo à ação contra a violência armada, especialmente em relação às crianças. Rabbi Jason Rodich, um parente, pediu que as pessoas deixassem de lado a hostilidade das redes sociais e se unissem em torno de valores mais humanos. “Façam isso por Harper. Façam isso por vocês,” enfatizou.
O tiroteio ocorreu em 27 de agosto, quando Westman disparou mais de cem tiros durante uma missa, utilizando um rifle, uma pistola e uma espingarda. A tragédia reacendeu o debate sobre a segurança nas escolas e a necessidade urgente de medidas para proteger as crianças da violência armada.
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