- Demi Lovato compartilhou suas experiências como parte da comunidade queer em entrevista à PAPER Magazine.
- A artista se declarou queer em 2020 e não-binária em 2021, destacando a segurança que sente em ambientes LGBTQIA+.
- Lovato relembrou as dificuldades da infância no Texas, onde enfrentou vergonha religiosa em relação à sua identidade.
- Ela anunciou seu novo álbum, “It’s Not That Deep”, que reflete um momento mais leve em sua vida após o casamento com o músico Jutes.
- Recentemente, Lovato voltou a usar pronomes femininos, explicando que a necessidade de se justificar a exauriu.
Demi Lovato, 33 anos, compartilhou suas experiências como parte da comunidade queer em entrevista à PAPER Magazine. A artista, que se declarou queer em 2020 e não-binária em 2021, destacou a segurança que sente em ambientes LGBTQIA+. Lovato afirmou que, em clubes e festas da cena queer, ela se sente livre para se expressar, ao contrário de espaços heterossexuais, onde não se sente tão segura.
A cantora relembrou as dificuldades enfrentadas na infância no Texas, onde as influências religiosas dificultaram sua aceitação. “Como uma criança queer no Texas, eu sentia muita vergonha religiosa em relação a me assumir,” disse Lovato, enfatizando a importância de ter pessoas ao seu redor que a apoiam. “Agora, posso viver de forma autêntica e isso é incrível,” completou.
Além de discutir sua identidade, Lovato falou sobre seu novo álbum, *It’s Not That Deep*, que reflete um momento mais leve em sua vida, especialmente após seu recente casamento com o músico Jutes. “Estou em um momento da minha vida em que minha energia está muito leve,” afirmou. A artista também se apresentou em festas queer, celebrando sua música e a conexão com a comunidade.
Desde sua declaração pública sobre sua identidade, Lovato tem explorado diferentes aspectos de sua vida pessoal e artística. Recentemente, voltou a usar pronomes femininos, explicando que a necessidade de se justificar a exauriu. A artista continua a ser uma voz importante na luta pela aceitação e visibilidade da comunidade LGBTQIA+.
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