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Amo meu marido, mas sinto-me uma fraude na igreja dele

Esposa na casa dos cinquenta sente-se fraudulenta na igreja do marido e busca um espaço onde suas crenças sejam respeitadas, avaliando opções como os Quakers

Illustration: Alex Mellon/The Guardian
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  • Mulher na casa dos cinquenta, casada há oito anos, não compartilha as crenças da igreja que frequentam e se sente fraudulenta durante os cultos, com hinos e rituais que não acredita.
  • Ela é protestante de culto simples; o marido é mais envolvido na igreja, e ela não quer aumentar o envolvimento, buscando um espaço onde possa se sentir à vontade.
  • Sugeriu experimentar os Quakers, mas o marido ficou desconfortável; ela quer encontrar uma comunidade onde possa ser ela mesma.
  • O texto aborda que casais nem sempre compartilham crenças religiosas; uma psicoterapeuta afirma que não é necessário manter esse padrão por décadas e que há espaço para autonomia.
  • A autora é orientada a refletir sobre suas próprias necessidades e interesses, considerando um equilíbrio entre fé e vida a dois sem forçar a participação na igreja.

A autora de um texto de aconselhamento pessoal descreve uma tensão entre crenças religiosas distintas dentro do casal. Ela conheceu o marido há oito anos e, apesar de ser protestante de rito baixo, não compartilha plenamente as convicções da congregação que frequenta.

Ela relata sentir-se uma “fraude” ao participar das atividades da igreja, com ênfase em teologia, hinos e rituais, em vez de ensinamentos de Jesus. Embora deseje apoio do marido, não pretende aumentar sua participação e busca um ambiente onde possa se sentir à vontade.

O casal tem mais de 50 anos e criou uma vida comum com interesses compartilhados, mas as redes de amigos não se conectam bem. Ela chegou a sugerir explorar os Quakers, porém o marido não se sentiu à vontade com a proposta.

Especialista consultada, psicoterapeuta registrada, alerta que não é incomum casais com crenças diferentes conviverem mantendo espaços distintos. Ela recomenda refletir sobre a autonomia emocional e considerar opções para que cada um encontre um pertencimento espiritual sem pressão.

A conselheira incentiva a avaliação de caminhos alternativos que permitam a cada um manter sua identidade religiosa, ressaltando que é possível manter a relação sem exigir mudanças drásticas na fé de cada um.

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