- Donald Trump divulgou, no Domingo de Ramos, uma carta recebida do evangelista Franklin Graham no ano passado, via Truth Social.
- A carta, datada de quinze de outubro de 2025, exorta o presidente a refletir sobre o estado de sua alma e aceitar Jesus como Salvador.
- Graham parabeniza Trump pela garantia de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas e pela libertação dos últimos reféns israelenses do ataque de dois de outubro de dois mil e vinte e três.
- O evangelista relembra declarações anteriores de Trump sobre a possibilidade de ir ao céu, destacando a importância da segurança eterna da alma.
- Graham apresenta o Evangelho: salvação ocorre pela fé em Jesus, não por boas obras, citando Romanos, capítulo dez, versículo nove.
Franklin Graham enviou uma carta a Donald Trump pedindo que ele reflita sobre a sua vida espiritual e aceite Jesus como Salvador. A mensagem foi divulgada pelo próprio ex-presidente neste domingo de Ramos.
A carta, datada de 15 de outubro de 2025, foi publicada por Trump em suas redes sociais, na Truth Social. Graham, filho de Billy Graham, reforçou a necessidade de arrependimento e fé em Jesus para a salvação, sem atribuir isso a obras.
O evangelista parabenizou Trump pela mediação de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, bem como pela libertação de reféns israelenses após o ataque de 7 de outubro de 2023. Graham ressaltou que tais ações são vistas como resultado de oração, segundo a visão dele.
Graham afirmou que a salvação não depende de conquistas ou boas obras, mas da fé em Jesus Cristo. Segundo a carta, apenas Jesus pode salvar do inferno, e o arrependimento acompanhado pela fé é o caminho para a vida eterna.
O conteúdo também enfatizou a necessidade de reconhecer que a salvação vem pela graça divina, com base na crença na morte, sepultamento e ressurreição de Jesus. Graham citou a Bíblia ao afirmar que a confissão de Jesus como Senhor é parte essencial da fé.
Ao concluir, Graham assegurou que continuará em orações por Trump, assinando a mensagem como amigo. A divulgação provocou repercussões na internet, ampliando o debate sobre fé e política na gestão de Trump.
Entre na conversa da comunidade