- CNBB divulgou, em 13 de abril de 2026, nota apoiando o papa Leão XIV e defendendo a paz e o diálogo no Oriente Médio.
- A nota afirma que a autoridade espiritual do papa se baseia no Evangelho, não na lógica do confronto político.
- A CNBB reforça a comunhão em torno de valores evangélicos que iluminam a consciência cristã e sustentam a esperança da humanidade.
- Assinam a nota o cardeal Jaime Spengler, o 1º vice-presidente dom João Justino de Medeiros, o 2º vice-presidente dom Paulo Jackson e o secretário-geral dom Ricardo Hoepers.
- O contexto envolve o embate público entre Leão XIV e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o chamou de fraco e criticou sua condução em política externa.
Na segunda-feira, 13 de abril de 2026, a CNBB divulgou uma nota em apoio ao papa Leão XIV. A entidade afirmou que a atuação do pontífice no cenário internacional se baseia no Evangelho e na defesa da paz, diante das críticas proferidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A posição da CNBB reforça a defesa do diálogo e da dignidade humana.
A nota, intitulada CNBB une-se ao papa Leão XIV em defesa da paz e do diálogo, ressalta que a autoridade espiritual não se coloca em função de confrontos políticos, mas da fidelidade aos ensinamentos cristãos. A CNBB declara unidade em torno desses valores que iluminam a consciência cristã e sustentam a esperança da humanidade.
Assinada pelo presidente da CNBB, cardeal Jaime Spengler, pelo 1º vice-presidente, dom João Justino de Medeiros, pelo 2º vice-presidente, dom Paulo Jackson, e pelo secretário-geral, dom Ricardo Hoepers, a mensagem reforça a comunhão com o Papa. O contexto envolve críticas de Trump à atuação do pontífice em temas internacionais.
Contexto
O conflito entre Leão XIV e Trump ganhou repercussão após o republicano classificar o papa como fraco e questionar sua condução da política externa. O Papa, eleito em 2025 e conhecido por sua origem norte-americana, reiterou que não atua como agente político, mantendo o foco em mensagens de paz e diálogo entre os povos.
No registro público, Trump também mencionou Louis Prevost, irmão do Papa, alinhando-se a posições conservadoras. As declarações de ambas as partes acentuam o tom político do debate e ampliam o interesse internacional sobre a relação entre a liderança religiosa e o governo norte-americano.
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