- Em 18 de maio de 2025, o Papa Leão XIV iniciou o pontificado com missa na Praça de São Pedro, pedindo unidade na Igreja e anunciando seu desejo de servir a fé e a comunidade.
- Menos de quarenta e oito horas após a eleição, fez sua primeira visita fora do Vaticano, ao Santuário da Mãe do Bom Conselho em Genazzano, seguida de devoção na Basílica de Santa Maria Maior.
- Durante o primeiro ano, destacou-se entre jovens com discursos para cerca de um milhão de jovens adultos no Jubileu da Juventude e uma conversa ao vivo com adolescentes na Conferência NCYC, nos Estados Unidos.
- Em sete de setembro de 2025, canonizou Pier Giorgio Frassati e Carlo Acutis na Praça de São Pedro; em 9 de outubro, publicou a carta apostólica Dilexi Te, enfatizando a dignidade dos pobres e a relação entre pobreza e evangelização.
- Entre 27 de novembro e 2 de dezembro de 2025, realizou a primeira viagem internacional, passando pela Turquia e pelo Líbano, com visitas históricas, celebrações ecumênicas e visitas a comunidades cristãs sob pressão.
Em 8 de maio de 2025, fumaça branca foi vista na chaminé da Capela Sistina, sinalizando a eleição de um novo papa. Assim nasceu o Papa Leão XIV, antes Cardeal Robert Prevost, prefeito do Dicastério para os Bispos. Um ano depois, ele destacou-se por viagens, canonizações e mensagens, além de uma carta apostólica.
Em 18 de maio de 2025, Leão XIV abriu seu pontificado com missa na Praça de São Pedro, reunindo cerca de 150 mil fiéis. O pontífice enfatizou unidade, serviço e reconciliação, destacando a figura do Papa como irmão e servo da fé.
Pouco tempo após a eleição, o novo papa visitou Genazzano, ao leste de Roma, e voltou à Basílica de Santa Maria Maior, rezando diante do túmulo de Francisco e do ícone Salus Populi Romani, deixando uma rosa branca.
Durante o primeiro ano, Leão XIV teve contato próximo com jovens. No Jubileu da Juventude, discursou a cerca de 1 milhão de jovens adultos em Roma entre 28 de julho e 3 de agosto, destacando fé e participação.
No dia 2 de agosto, recebeu em Tor Vergata a maior multidão de seu pontificado, estimada em 1 milhão de pessoas, para a vigília noturna. A celebração encerrou com uma missa no dia 3 de agosto, também em Tor Vergata, com convite à abertura dos corações a Deus.
A Conferência NCYC, em Indiana, de 20 a 22 de novembro, incluiu um encontro digital em 21 de novembro com adolescentes dos EUA, que puderam perguntar ao pontífice sobre tecnologia, perdão, foco espiritual e futuro da Igreja.
Em 7 de setembro de 2025, Leão XIV canonizou Pier Giorgio Frassati e Carlo Acutis na Praça de São Pedro, diante de cerca de 70 mil fiéis. A homilia enfatizou a vida dedicada a Jesus e o convite aos jovens a buscar a excelência espiritual.
No dia 9 de outubro de 2025, o pontífice publicou a primeira carta apostólica, Dilexi Te. O documento propõe que os pobres atuem como evangelizadores e lembreios da necessidade de humildade, conectando-se a Evangelii Gaudium.
A primeira viagem internacional de Leão XIV ocorreu entre 27 de novembro e 2 de dezembro de 2025, para a Turquia e o Líbano. No território turco, houve celebração do 1.700º aniversário do Concílio de Niceia em Iznik, com participação do Patriarca Bartolomeu I. No Líbano, o papa visitou o túmulo de São Charbel Makhlouf em Annaya.
Entre 7 e 8 de janeiro, ocorreu um consistório extraordinário no Vaticano, com pauta confidencial. Cardeais discutiram sinodalidade e evangelização, buscando assessorar o papa no governo da Igreja, sem divulgação pública.
Durante a Semana Santa e a Páscoa de 2026, Leão XIV presidiu todas as liturgias em Roma, incluindo a Via-Sacra no Coliseu, uma prática inédita desde 1994, quando João Paulo II caminhou as 14 estações. O papado priorizou a paz, com foco em justiça, reconciliação e dignidade humana.
Ao longo de 11 dias na África, entre 13 e 23 de abril, o Papa visitou Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial, percorrendo mais de 17.700 quilômetros em 18 voos. Reuniões com jovens, autoridades e detentos marcaram a viagem, destacando paz, reconciliação e justiça econômica.
O pontífice define a paz como prática diária, não apenas ausência de guerra. Em discursos internacionais, ele enfatiza a necessidade de diálogo, desarmamento e cooperação entre nações, para evitar escaladas e promover soluções duradouras.
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