- Morreu em Salvador no dia 13 de maio de 2025, aos 98 anos, vítima de câncer na bexiga, segundo informações da matéria.
- Conhecido como “embaixador da paz”, realizou mais de vinte mil palestras em setenta e uma países, em mais de duas mil e quinhentas cidades.
- Em 1952, criou a Mansão do Caminho, centro de atendimento a pessoas em situação de pobreza extrema com serviços educativos, sociais e espirituais.
- Escreveu mais de duzentos e sessenta livros, traduzidos para dezoito idiomas, alguns psicografados, com obras como Vida Feliz, Plenitude e Constelação Familiar.
- Apesar de não ter filhos biológicos, foi considerado pai por cerca de sixcentas e oitenta e cinco pessoas que acolheu ao longo da vida.
Divaldo Pereira Franco, uma das mais relevantes figuras do espiritismo no Brasil, morreu em Salvador no dia 13 de maio de 2025, aos 98 anos. A causa foi câncer na bexiga, segundo informações divulgadas pela família e pela instituição que ele dirigia.
Conhecido como Embaixador da Paz, Franco se destacou pela divulgação da Doutrina Espírita, pela mediunidade e pelo trabalho social. Sua trajetória ganhou repercussão nacional e internacional ao longo de décadas.
Natural de Feira de Santana, na Bahia, ele nasceu em 5 de maio de 1927. Desde a juventude, dedicou-se ao estudo espírita e à codificação de Allan Kardec, tornando-se referência no movimento.
Em 1952, fundou a Mansão do Caminho, em Salvador, junto com Nilson de Souza Pereira. O centro atende pessoas em situação de pobreza extrema, com serviços educacionais, sociais e espirituais.
Ao longo da vida, Franco escreveu mais de 260 livros, muitos psicografados, traduzidos para 17 idiomas. Entre as obras mais conhecidas estão Vida Feliz, Plenitude e Constelação Familiar.
Sua atuação ganhou alcance mundial: foram mais de 20 mil palestras em 71 países e em mais de 2.500 cidades, segundo registros divulgados pela assessoria da instituição.
Mesmo sem filhos biológicos, Divaldo Franco foi considerado pai por cerca de 685 pessoas que acolheu ao longo da vida, conforme apuração da imprensa local.
Mesmo com a idade avançada, permaneceu ativo: ministrava palestras, escrevia e inspirava pessoas ao redor do mundo, mantendo a cidade de Salvador como núcleo de suas atividades.
Para muitos, o legado dele representa a continuidade da missão de Allan Kardec, não apenas pelo conhecimento doutrinário, mas pelo exemplo de compaixão, serviço ao próximo e fé inabalável.
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