- Milhares de cristãos reuniram-se no centro de Londres no sábado (23), marcando o retorno da Marcha para Jesus pela primeira vez desde 2000.
- O movimento, iniciado em 1987 por Roger Forster e Graham Kendrick, volta às ruas londrinas após 25 anos de hiato.
- O trajeto teve início perto de Marble Arch e seguiu até Trafalgar Square, encerrando com adoração e oração coletiva.
- Os organizadores destacaram que o evento é uma celebração espiritual, sem caráter político, reunindo igrejas e fiéis de diversas denominações.
- A marcha faz parte de uma atuação global do movimento, com influência crescente entre a Geração Z e inspiração de ações semelhantes em outras cidades.
Milhares de cristãos retornaram às ruas de Londres neste sábado para a Marcha para Jesus, evento que não circulava pela capital desde 2000. A ação reiniciou um movimento iniciado há quase quatro décadas na cidade.
A concentração ocorreu no centro de Londres, com início próximo a Marble Arch e desfecho em Trafalgar Square. O trajeto contou com diversas denominações, ministérios e fiéis de origens culturais distintas.
A organização informou que a marcha foi realizada durante o fim de semana de Pentecostes, com música, orações e testemunhos. O objetivo é celebrar a fé de forma pública e pacífica.
Henry George, um dos organizadores e atual liderança da Icthus, destacou a diversidade e o crescimento da igreja londrina. Ele ressaltou a presença de pessoas de várias idades, raças e origens.
Girma Bishaw, representante da Iniciativa de Gratidão, afirmou que houve atividades de divulgação desde a Trafalgar Square, incluindo distribuição de Bíblias para aproximar as pessoas da mensagem cristã.
Andy Frost, da Share Jesus International, reforçou que a marcha não teve motivação política nem finalidade de promover uma igreja específica, mas sim uma expressão de fé pública e de convivência pacífica.
Segundo os organizadores, o movimento londrino integra uma rede global de Marchas para Jesus, que ganhou força na Europa, África, Ásia e Américas, incluindo registros de grandes manifestações em outras cidades.
A edição de Londres foi apresentada como uma retomada histórica e simbólica, com promotores destacando a participação de jovens da Geração Z e a intenção de manter a mobilização como expressão de fé aberta e inclusiva.
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