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Estudo aponta melhora de dor e ansiedade com 5 minutos de oração

Estudo da Universidade de Maryland sugere que cinco minutos de oração presencial reduzem dor e ansiedade mais que ouvir música, em pacientes em espera

Os pesquisadores focaram em uma prática chamada oração intercessória proximal, realizada de forma presencial. (Foto ilustrativa: Fa Barboza / Unsplash)
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  • Estudo da Universidade de Maryland comparou cinco minutos de oração intercessória proximal presencial com ouvir música, em 180 pacientes adultos na sala de espera de um consultório.
  • A oração conduzida por voluntário treinado reduziu significativamente dor e ansiedade em relação ao grupo que ouviu música.
  • Os efeitos foram observados imediatamente e permaneceram em dois acompanhamentos: duas semanas e seis semanas após a intervenção.
  • A pesquisa, publicada no The Annals of Family Medicine, reconhece limitações, incluindo a impossibilidade de afirmar que a oração foi a causa das melhorias e o possível papel do contato humano.
  • Os autores sugerem considerar a integração de voluntários treinados em ambientes ambulatoriais como complemento de baixo custo ao tratamento médico, sem substituir terapias tradicionais.

O estudo, realizado pelo Departamento de Medicina Familiar e Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, avaliou o impacto da oração presencial em pacientes na sala de espera de um consultório. Foram 180 adultos, com dor e/ou ansiedade, avaliados após cinco minutos de intervenção.

Os participantes foram randomizados em dois grupos: um recebeu cinco minutos de oração intercessória proximal conduzida por voluntário treinado; o outro, cinco minutos ouvindo música. Foram feitos seguimentos imediatos, duas e seis semanas após a sessão.

Os resultados indicaram que a oração proporcionou alívio maior de dor e de ansiedade do que a música, com efeitos mais duradouros para a ansiedade. O registro, publicado em um periódico médico, destaca limitações e a necessidade de estudos adicionais.

Limitações apontadas envolvem não comprovar exclusividade da oração na melhoria e o possível papel do contato humano direto. Pesquisadores sugerem ampliar pesquisas com controle que inclua interação sem oração.

Os autores destacam que a prática pode ser um complemento de baixo custo à atenção primária, sem substituir tratamentos tradicionais, e que pacientes devem ter acesso a opções espirituais conforme suas preferências.

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