- Juan Lima sofreu abuso na infância, aos 10 anos, e enfrentou traumas físicos e emocionais, incluindo automutilação na adolescência.
- Aos 18 anos procurou orientação médica para checar possíveis doenças sexualmente transmissíveis e enfrentou dificuldades relacionadas à identidade.
- Na vida adulta, identificou-se como mulher e adotou o nome Cristina, atuando em trabalhos no entretenimento e relatando medo sobre como manter a sobrevivência financeira.
- Após conhecer o Evangelho e ser batizado, abandonou a identidade trans e passou por uma transformação espiritual, afirmando ter sido liberto dos traumas e encontrado propósito em Deus.
- Hoje, Juan atua como psicanalista, missionário e escritor, e levou a família a Cristo, incluindo o pai, a mãe e os três irmãos.
Juan Lima, conhecido por sua atuação religiosa nas redes sociais, passou por uma transformação profunda após enfrentar traumas da infância. Segundo relatos, ele foi abusado aos 10 anos, o que desencadeou sofrimento emocional e físico prolongado ao longo da adolescência.
O jovem relata ter vivido com dúvidas sobre identidade e, na idade adulta, ter se apresentado como mulher, adotando o nome Cristina. O histórico inclui automutilação como forma de lidar com a dor, além de buscar informações médicas sobre possíveis infecções sexualmente transmissíveis.
Transformação e nova atuação
Após conhecer o Evangelho e ser batizado, Lima passou por uma mudança de vida que o afastou de antigas atividades. Ele afirma ter encontrado orientação espiritual, libertação de traumas e perdão, o que o levou a trilhar um novo caminho profissional no campo da psicanálise, com enfoque cristão, além de atuação como missionário.
A partir dessa virada, Juan se dedicou a trabalhos missionários e ao estudo de psicanálise com base cristã, financiando parte de sua formação com apoio de sua comunidade. Hoje ele atua como psicanalista, escritor e missionário, segundo relatos veiculados pela imprensa evangélica.
Além disso, o relato indica que Juan levou a família — pai, mãe e três irmãos — a seguir os caminhos da fé, consolidando uma transformação coletiva dentro do núcleo familiar. O material divulgado enfatiza que a pessoa que antes era transitória ao identificarse como travesti encontra uma nova identidade dentro de crenças religiosas.
Observação: a matéria original traz relatos de abuso sexual e traumas infantis. As informações acima são apresentadas com base nos materiais disponíveis e sem juízo de valor. Fontes: veículos de cobertura religiosa que publicaram o caso.
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