- Durante a Marcha para Jesus em São Paulo, Flávio Bolsonaro foi ovacionado e destacou que o Brasil vive uma “grande guerra espiritual”, dizendo buscar recarregar as baterias e orar pelas famílias.
- Flávio afirmou que gostaria que seu pai, Jair Bolsonaro, estivesse presente no evento e disse: “vamos lutar por ele”.
- O ministro Jorge Messias afirmou que, no evento, o objetivo é louvar e adorar Jesus Cristo, sem segregação, com amor e um coração leve.
- Acompanhavam o trio no ato o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.
- Histórico da marcha no Brasil: a primeira edição ocorreu em 1993; em 2009, Lula sancionou lei que incluiu a celebração no calendário oficial; Bolsonaro participou pela primeira vez em 2019 e voltou em 2022.
Durante a Marcha para Jesus 2026 em São Paulo, Flávio Bolsonaro foi ovacionado ao lado de Ricardo Nunes, Tarcísio de Freitas e Sóstenes Cavalcante, que participaram no trio elétrico. A presença de lideranças políticas ocorreu durante o evento religioso realizado na capital paulista.
Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil vive uma grande guerra espiritual e ressaltou que o momento é apropriado para recarregar as energias e orar pelas famílias. Ele também expressou o desejo de que o pai, Jair Bolsonaro, estivesse presente, afirmando que pretende lutar pela sua participação.
O ministro Jorge Messias, hoje no cargo de advogacia geral da União, comentou sobre a polarização política no país, dizendo que no encontro o objetivo é apenas louvar e adorar Jesus Cristo, sem segmentação, com foco no propósito religioso. Messias destacou que o evento visa manter a fé e renovar compromissos espirituais.
Histórico da Marcha
A Marcha para Jesus no Brasil teve sua primeira edição em 1993, inspirada por iniciativas semelhantes no exterior. Em 2009, o evento passou a integrar o calendário oficial do país após sanção de lei durante a gestão do então presidente. Desde 2019, o evento ocupa lugar de destaque com a presença de autoridades, inclusive em anos de maior repercussão política.
A passagem de 2019 marcou a primeira participação de um presidente brasileiro na marcha, evento que foi interrompido pela pandemia de covid-19 nos dois anos seguintes. Em 2022, o então candidato à reeleição voltou a marcar presença, repetindo pautas associadas a temas conservadores.
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