- O EPA (Associação Evangélica de Imprensa) realizou sua conferência anual em Franklin, no subúrbio de Nashville, Tennessee, com shows de música de abertura e apresentações de dramaturgia litúrgica.
- O destaque musical foi uma prática a cappella durante o culto, usando hinários manuseados pelos participantes, incluindo o hino “Holy, Holy, Holy” no No. 4.
- Keith e Kristyn Getty, conhecidos por “In Christ Alone” e pelo hinário The Sing! Hymnal, conduziram o momento de louvor e defenderam o valor dos hinos antigos na adoração.
- Jason Gray se apresentou, incluindo faixas como “Jesus Loves You (And I’m Trying)” e “Remind Me Who I Am”; o hino antigo foi apresentado como parte do repertório.
- O restante da programação abordou temas atuais como inteligência artificial, cobertura de assuntos polêmicos e comunicação intergeracional, mantendo o tom informativo e sem julgamentos.
O anúncio da Evangelical Press Association trouxe uma surpresa musical ao encontro em Franklin, Tennessee. Um serviço litúrgico a capella ocorreu logo após a recepção de jornalistas de publicações cristãs, no início do evento.
Três representantes do The Christian Chronicle participaram: o editor sênior Calvin Cockrell, o repórter Erik Tryggestad, e o estagiário Ephraim Rodenbach, vindo de Oklahoma City, Murfreesboro e Tuscaloosa, respectivamente. A delegação mostrou o crescimento recente da publicação.
Início musical e bastidores
A noite começou com Jason Gray, cantor e compositor, apresentando faixas novas e uma canção sobre reagir ao ódio cultural atual. Em seguida, os Getty, Keith e Kristyn, acompanhados de Stuart Townend, apresentaram composições e falaram sobre o projeto The Sing! Hymnal, com 900 hinos.
Durante a sessão, Tryggestad registrou o momento em vídeo, enquanto os participantes cantavam a cappella a música Holy, Holy, Holy, do século XIX, em livro de hinos. A plateia reuniu diversidades entre batistas, presbiterianos, pentecostais e igrejas da comunidade.
Destaques do encontro e repertório
Keith Getty destacou a importância de hinos clássicos na liturgia, afirmando que letras bem trabalhadas expressam verdades profundas. Ele sugeriu manter três hinos antigos para cada novo, para preservar a tradição na adoração.
A discussão do dia também abordou a temporalidade de hinos mais novos, que tendem a ter vida útil menor. O grupo explorou ainda a evolução da música sacra e as escolhas de repertório para comunidades variadas.
Temas do evento e foco editorial
Entre os temas do encontro, destacaram-se inteligência artificial, cobertura de assuntos sensíveis, comunicação entre gerações e estratégias de conteúdo centrado no evangelho. As exposições buscaram equilíbrio entre tradição e inovação.
Ao longo da conferência, as apresentações musicais ficaram como referência para o restante da programação. Trechos das músicas ficaram na memória dos presentes, conforme relatado pelos participantes.
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