A temporada 2025 do Circuito Mundial de Surfe da WSL (World Surf League) começa hoje, com a primeira chamada para a etapa de Pipeline, no Havaí, marcada para às 14h30 (horário de Brasília). O Brasil contará com doze representantes, sendo dez homens e duas mulheres. Entre os homens, a ausência de Gabriel Medina, que se […]
A temporada 2025 do Circuito Mundial de Surfe da WSL (World Surf League) começa hoje, com a primeira chamada para a etapa de Pipeline, no Havaí, marcada para às 14h30 (horário de Brasília). O Brasil contará com doze representantes, sendo dez homens e duas mulheres. Entre os homens, a ausência de Gabriel Medina, que se recupera de uma lesão, e de John John Florence, que tirou um ano sabático, são destaques. Italo Ferreira, vice-campeão do ano passado, e Filipe Toledo, que retorna após um ano afastado, são os principais nomes na disputa.
A temporada traz mudanças significativas no calendário, com a inclusão de onze etapas, duas a mais que em 2024. O Finals, que anteriormente ocorria em Trestles, agora será realizado em Cloudbreak, Fiji, enquanto a piscina de ondas de Abu Dhabi também entra no circuito. A nova dinâmica do calendário promete um desafio maior para os surfistas, com a etapa de corte ocorrendo após o sétimo evento, em Margaret River, na Austrália.
Filipe Toledo, que se afastou para cuidar da saúde mental, expressou sua empolgação para a nova temporada, afirmando que sua prioridade é se divertir e aproveitar as ondas. Ele comentou sobre a mudança do Finals para Fiji, destacando que a nova localização traz um desafio adicional. Italo Ferreira, por sua vez, herda a primeira posição do ranking e busca um desempenho sólido em Pipeline, onde já conquistou o título mundial em 2019.
No feminino, Tatiana Weston-Webb e Luana Silva representarão o Brasil. Luana, que ganhou a vaga de Stephanie Gilmore, busca se firmar entre as melhores do mundo. Tatiana, terceira colocada na última temporada, agora conta com o ex-campeão Adriano de Souza como treinador. As duas competidoras estão na mesma bateria da primeira fase em Pipeline, onde enfrentarão a australiana Sally Fitzgibbons. A temporada promete ser competitiva, com a expectativa de que a Brazilian Storm retome seu domínio no surfe mundial.
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