Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, comentou sobre os obstáculos enfrentados na construção do novo estádio no terreno do Gasômetro, adquirido pelo clube. Ele destacou que as exigências da Agência reguladora de gás do Rio de Janeiro, relacionadas à transferência de tubulações da CEG (Naturgy), são de responsabilidade da Prefeitura do Rio. Bap confirmou que […]
Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, comentou sobre os obstáculos enfrentados na construção do novo estádio no terreno do Gasômetro, adquirido pelo clube. Ele destacou que as exigências da Agência reguladora de gás do Rio de Janeiro, relacionadas à transferência de tubulações da CEG (Naturgy), são de responsabilidade da Prefeitura do Rio. Bap confirmou que a Prefeitura custeará a retirada da tubulação, mas expressou preocupação com a descontaminação do terreno, que pode gerar custos adicionais.
O presidente do Flamengo também mencionou que as obras urbanas ao redor do estádio podem impactar o orçamento. Ele afirmou que a diretoria está realizando estudos de viabilidade econômica, que não haviam sido feitos anteriormente, e que apenas estimativas estavam disponíveis. “Estamos desenvolvendo os estudos de viabilidade econômica que não foram feitos”, disse Bap, referindo-se ao levantamento das obrigações financeiras do clube na área.
O estudo foi encomendado à Fundação Getúlio Vargas, e a expectativa é que seja concluído até março. Com isso, o Flamengo pretende redefinir o projeto do estádio e estabelecer um novo cronograma para a construção. A administração anterior havia previsto a finalização das obras até o final de 2029, mas a nova análise pode alterar esse prazo.
Essas questões levantadas pelo presidente do Flamengo refletem a complexidade do projeto e os desafios que o clube enfrenta para avançar na construção do estádio, que é um dos principais objetivos da diretoria atual. A transparência sobre os custos e a responsabilidade da Prefeitura serão cruciais para o andamento do projeto.
Entre na conversa da comunidade