Emma Hayes, nova treinadora da seleção feminina dos Estados Unidos, ganhou a medalha de ouro nas Olimpíadas de 2023, poucos meses após assumir o cargo. Antes disso, ela teve uma carreira de sucesso no Chelsea, onde conquistou quinze títulos em doze anos. Em uma entrevista, Hayes disse que seu objetivo vai além de ganhar troféus; ela quer criar ambientes inspiradores para que as pessoas se desenvolvam. Desde jovem, ela foi incentivada por seu pai a transformar o futebol feminino. Após ser demitida do Chicago Red Stars, ela percebeu que essa experiência a ajudou a se tornar uma treinadora melhor. Mesmo lidando com a morte do pai, Hayes decidiu seguir seu sonho e assumir a seleção americana, ouvindo a voz dele em sua mente. Ela pretende usar sua posição para promover a igualdade no futebol feminino e acredita que a cultura do esporte nos Estados Unidos é mais inclusiva do que na Inglaterra, onde ainda existem muitos desafios para o reconhecimento das mulheres no futebol.
Emma Hayes, nova treinadora da seleção feminina dos Estados Unidos, conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de 2023. A vitória ocorreu apenas alguns meses após sua contratação, destacando sua trajetória de sucesso, que inclui quinze títulos em doze anos no Chelsea.
Em entrevista à CNN, Hayes enfatizou que seu foco vai além de vencer troféus. “Criar ambientes inspiradores para que as pessoas prosperem é o que me motiva”, afirmou. Desde jovem, ela foi incentivada por seu pai a transformar o futebol feminino, o que moldou sua carreira desde os tempos em que jogava em Camden, Londres.
Após ser demitida do Chicago Red Stars, Hayes refletiu sobre a importância dessa experiência para seu crescimento profissional. “Sem ser demitida, não seria a treinadora que sou hoje”, disse. Essa resiliência a ajudou a alcançar o cargo na seleção americana, mesmo enfrentando o luto pela morte do pai.
Hayes pretende usar sua posição para promover a igualdade no futebol feminino. “Quero apoiar as mulheres em primeiro lugar”, declarou. Ela acredita que a cultura do futebol nos Estados Unidos é mais inclusiva em comparação à Inglaterra, onde ainda há desafios significativos para o reconhecimento das mulheres no esporte.
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