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Josy Madruga se torna a primeira mulher brasileira a completar a Maratona das Areias

Josy Madruga faz história ao se tornar a primeira mulher brasileira a completar a Maratona das Areias, superando desafios extremos no Saara.

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A atleta Josy Madruga, de 47 anos, fez história ao se tornar a primeira mulher brasileira a completar a Maratona das Areias, uma das provas mais difíceis do mundo, realizada no Deserto do Saara. Ela percorreu 250 quilômetros em seis etapas, enfrentando condições extremas como tempestades de areia e temperaturas que podem chegar a 50°C. Cada competidor precisa carregar seus próprios suprimentos, pesando mais de 10 kg. Para Josy, o maior desafio foi superar seus limites pessoais, especialmente após ter enfrentado complicações graves da Covid-19 em 2021, que a levaram a ter três paradas cardíacas e ficar em coma. Ao cruzar a linha de chegada, ela celebrou sua vitória sobre os medos e destacou a importância de valorizar a vida.

Sul-mato-grossense Josy Madruga é a primeira brasileira a completar a Maratona das Areias

A atleta Josy Madruga, de 47 anos, fez história ao se tornar a primeira mulher brasileira a concluir a Maratona das Areias, uma das provas mais desafiadoras do mundo. A competição, realizada no Deserto do Saara, exigiu da ultramaratonista superar 250 quilômetros em seis etapas, enfrentando condições climáticas extremas.

A Maratona das Areias, também conhecida como *Marathon des Sables (MdS)*, testou a resistência física e mental de Josy. A atleta relatou ter enfrentado tempestades de areia, frio intenso e a solidão do deserto durante a prova.

Um dos principais desafios da competição é a autossuficiência. Cada atleta deve carregar seus próprios mantimentos, ultrapassando os 10 kg nas costas, sob um calor que pode chegar aos 50°C. Para Josy Madruga, o maior obstáculo não foi o peso físico, mas sim a superação de seus próprios limites.

A atleta revelou que a prova no Saara foi mais difícil do que suas experiências anteriores na Amazônia e na Patagônia. Em 2021, ela enfrentou complicações graves da Covid-19, incluindo três paradas cardíacas e um período em coma. “Hoje eu sou outra pessoa. Hoje eu sei viver, eu sei sentir o vento e dar valor em cada coisa”, declarou.

Ao cruzar a linha de chegada, Josy Madruga celebrou a vitória sobre seus medos e a conquista de um novo recomeço. “Estou viva. Tô viva e posso fazer o que eu quero. Tô respirando, tô andando, tô correndo. Eu acreditei em mim mesma. Viver, esse é o poder”, relatou a atleta.

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