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Osasco conquista o hexa na Superliga Feminina ao vencer o Sesi Bauru por 3 a 1

Osasco/São Cristóvão Saúde conquista a Superliga Feminina de 2025, com Tifanny Abreu se destacando como a primeira mulher trans campeã.

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O Osasco/São Cristóvão Saúde venceu a Superliga Feminina de Vôlei de 2025, conquistando seu sexto título ao derrotar o Sesi Bauru por 3 sets a 1, com parciais de 26/24, 19/25, 28/26 e 25/20, em uma final realizada no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Este é o primeiro título do Osasco desde 2012 e o time agora é o segundo maior vencedor da competição, empatado com o Minas. A partida foi marcada pela atuação de Tifanny Abreu, que se tornou a primeira mulher trans a ganhar a Superliga aos 40 anos. O jogo começou equilibrado, com Osasco abrindo vantagem, mas Sesi reagiu e venceu o segundo set. No terceiro set, a disputa foi intensa, mas Osasco conseguiu fechar em 28 a 26. No quarto set, a equipe paulista se manteve à frente e garantiu a vitória. Tifanny e Natália foram as principais pontuadoras do Osasco, enquanto Bruna Moraes se destacou pelo Sesi.

O Osasco/São Cristóvão Saúde conquistou o título da Superliga Feminina de Vôlei de 2025 ao vencer o Sesi Bauru por 3 sets a 1. A final ocorreu no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 1º de maio. Com essa vitória, o Osasco alcançou seu sexto título na competição, encerrando um jejum de 13 anos.

A partida foi marcada por parciais de 26/24, 19/25, 28/26 e 25/20. O Osasco agora é o segundo maior vencedor da Superliga, ao lado do Minas, enquanto o Sesc RJ/Flamengo lidera com 12 troféus. A última conquista do Osasco havia sido na temporada 2011/2012.

Destaque para Tifanny Abreu

A atleta Tifanny Abreu, aos 40 anos, fez história ao se tornar a primeira mulher trans a conquistar a Superliga. Emocionada, Tifanny declarou: “É um sonho de criança realizado. O sonho de quem se inspirou em grandes mulheres e nunca desistiu.” Sua trajetória no vôlei feminino começou em 2017, e sua participação na Superliga foi possível após mudanças nas regras do Comitê Olímpico Internacional (COI).

A Partida

O primeiro set foi equilibrado, com o Osasco abrindo vantagem inicial. O Sesi Bauru reagiu, mas o Osasco fechou em 26 a 24. No segundo set, o Sesi dominou, vencendo por 25 a 19. O terceiro set foi marcado por instabilidade, mas o Osasco conseguiu vencer por 28 a 26. No quarto set, a equipe paulista se destacou, fechando em 25 a 20 e garantindo o título.

Osasco, sob o comando do técnico Luizomar de Moura, teve como destaques as jogadoras Natália e Camila Brait, que foram fundamentais na conquista. A vitória representa não apenas um retorno ao topo do vôlei feminino, mas também um marco de inclusão e diversidade no esporte.

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