O arm wrestling, ou luta de braço, é um esporte que começou a ser formalizado em 1979 no Canadá, mas suas origens são antigas e podem ser encontradas em várias culturas. Em 2023, o esporte fez sua estreia nos Jogos Africanos em Gana, onde a equipe local ganhou 41 medalhas. Charles Osei Asibey, presidente da Federação de Armwrestling da África, quer tornar o arm wrestling popular no continente e sonha com sua inclusão nas Olimpíadas. Ele explica que, antes, a luta de braço era vista apenas como uma forma de competição local, mas agora é reconhecida como um esporte sério. Os competidores, chamados de “pullers”, usam técnicas específicas, e não apenas força, para vencer. Durante as competições, há um forte espírito de respeito entre os lutadores. Gana teve um bom desempenho, com destaque para Edward Asamoah e Grace Minta, que conquistaram várias medalhas. Apesar do sucesso, Asibey menciona que o continente ainda precisa de mais apoio financeiro para se desenvolver no esporte e alcançar o nível de países como o Cazaquistão, que domina as competições mundiais. Ele acredita que, com mais investimento, o arm wrestling pode se tornar uma presença regular nos Jogos Olímpicos.
O arm wrestling, ou luta de braço, estreou nos Jogos Africanos em 2023, realizado em Accra, Gana. A equipe ganense conquistou 41 medalhas, destacando-se no evento. O presidente da Federação de Armwrestling da África (AFA), Charles Osei Asibey, busca transformar o esporte em uma referência no continente e almeja sua inclusão nas Olimpíadas.
A história do arm wrestling remonta a várias culturas, com sua formalização como esporte global em 1979, no Canadá. Antes, o esporte era visto apenas como uma forma de determinar o mais forte em comunidades. Asibey afirmou que o arm wrestling agora é considerado um esporte sério, com técnicas que vão além da força bruta.
Durante os Jogos Africanos, Gana se destacou com 41 das 84 medalhas disponíveis, superando o Egito, que conquistou 19 medalhas. O capitão da equipe masculina, Edward Asamoah, e a atleta Grace Minta foram os principais destaques, cada um contribuindo significativamente para a medalha de ouro de Gana.
Desafios e Aspirações
Apesar do sucesso, Asibey reconhece os desafios que a África enfrenta para se igualar a potências como o Cazaquistão, que dominou os campeonatos mundiais. Ele enfatiza a necessidade de mais financiamento e apoio institucional para desenvolver o esporte no continente. Atualmente, nove países africanos são membros da Federação Mundial de Armwrestling (WAF).
Asibey também expressou confiança de que, com o crescimento do esporte, patrocinadores e instituições multinacionais começarão a investir no arm wrestling. Ele planeja garantir a volta do esporte nos Jogos Africanos de Cairo, em 2027, e sonha com a inclusão do arm wrestling nas Olimpíadas.
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