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Crianças transplantadas vivem momentos emocionantes com jogadoras da seleção de vôlei

Crianças transplantadas treinam com a seleção brasileira de vôlei durante a Liga das Nações, inspirando esperança e superação.

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Durante a Liga das Nações Feminina de Vôlei no Rio de Janeiro, duas crianças transplantadas, Laura Franco e Arthur Militão, tiveram uma experiência incrível. Laura, de 13 anos, que passou por um transplante de fígado, e Arthur, de 9 anos, que recebeu um novo coração, puderam treinar e jogar com jogadoras da seleção brasileira, incluindo Rosamaria. Laura, que se inspira na jogadora, disse que a admira por sua força e habilidade. Arthur, que antes praticava taekwondo, ficou encantado com o vôlei e sonha em se reaproximar do esporte. A visita deles ao Maracanãzinho foi possível graças a uma parceria entre a Confederação Brasileira de Voleibol e a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, que oferece a crianças transplantadas a chance de entrar em quadra com os atletas durante os jogos. A mãe de Laura acredita que essa experiência pode inspirar outras crianças que enfrentam problemas de saúde, mostrando que é possível ter uma vida ativa após um transplante.

Crianças transplantadas têm experiência única com a seleção brasileira de vôlei

A Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL) no Rio de Janeiro proporcionou uma experiência marcante para duas crianças transplantadas. Laura Franco e Arthur Militão, ambos apaixonados por esporte, puderam treinar e jogar com jogadoras da seleção brasileira, incluindo Rosamaria, no Maracanãzinho.

Na terça-feira, 3 de junho, Laura, de treze anos, e Arthur, de nove, assistiram ao treino da seleção e participaram de atividades com as atletas. No dia seguinte, entraram em quadra durante a vitória do Brasil sobre a República Tcheca na abertura da VNL. Laura, que passou por um transplante de fígado aos onze meses, expressou sua admiração por Rosamaria, afirmando: “Acho a Rosa muito forte, guerreira. Eu me inspiro nela para virar profissional.”

Arthur, diagnosticado com miocardiopatia restritiva e transplantado há quatro anos, também se encantou com o vôlei. Ele comentou: “Gosto das jogadoras e dos jogadores. É um sonho conhecer pessoas famosas e as histórias delas.” A interação entre as crianças e as jogadoras foi incentivada pelo técnico José Roberto Guimarães, que se mostrou animado com o desempenho dos jovens.

Iniciativa de incentivo à saúde

A visita de Laura e Arthur ao Maracanãzinho foi viabilizada por uma parceria entre a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. Durante a VNL, crianças terão a chance de entrar em quadra com os jogadores, reforçando a mensagem de que a doação de órgãos é uma causa importante.

Radamés Lattari, presidente da CBV, destacou a importância da ação: “Queremos mostrar que o voleibol não se restringe a dentro da quadra. Existe vida pós-transplante, sim.” Em 2025, já foram realizados 22 transplantes em receptores menores de dezoito anos no Rio de Janeiro, segundo dados da Central Estadual de Transplantes.

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