Stian Angermund, corredor de trail norueguês, retornou às competições na Zegama-Aizkorri após uma suspensão de 16 meses por dopagem. Ele testou positivo para clortalidona, um diurético, em agosto de 2023, e enfrentou um longo processo de apelação. Na Zegama-Aizkorri, Angermund temia a recepção do público, mas foi calorosamente acolhido. Ele completou a prova em nono […]
Stian Angermund, corredor de trail norueguês, retornou às competições na Zegama-Aizkorri após uma suspensão de 16 meses por dopagem. Ele testou positivo para clortalidona, um diurético, em agosto de 2023, e enfrentou um longo processo de apelação.
Na Zegama-Aizkorri, Angermund temia a recepção do público, mas foi calorosamente acolhido. Ele completou a prova em nono lugar, com o tempo de 3h59m46s, refletindo sobre sua experiência e os desafios enfrentados. “Cruzando a meta, foi como deixar para trás um ano e meio”, afirmou.
O corredor, que se destacou no skyrunning, teve sua carreira marcada por vitórias em competições importantes, incluindo as Golden Trail Series. Sua suspensão foi resultado da dificuldade em provar a origem da substância encontrada em seu organismo. Angermund destacou que o sistema antidopagem coloca a responsabilidade sobre o atleta, o que pode levar a injustiças.
Após a suspensão, ele enfrentou dificuldades financeiras, vivendo com o apoio da namorada. Angermund decidiu retornar em uma das provas mais visíveis do circuito, mesmo com recomendações para começar por competições menores. Ele se sentiu emocionado ao ser recebido na Zegama, onde teve um desempenho que, apesar de não ser o melhor, foi significativo para ele.
Com esse resultado, Angermund se classificou para os Mundiais de Canfranc, que ocorrerão em setembro. Ele também expressou interesse em participar da Sierre-Zinal, em agosto, embora enfrente dificuldades para conseguir um dorsal. O futuro de sua carreira no trail permanece incerto, mas ele está determinado a seguir em frente.
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