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Brasil deve repetir oito titulares de 2022 na estreia e expõe aposta de Ancelotti na velha base

Seleção deve começar a Copa de 2026 com a maior quantidade de remanescentes entre estreias consecutivas; apenas Thiago Silva, Neymar e Richarlison saem do time que iniciou o Mundial do Catar.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A Seleção Brasileira deve começar a Copa do Mundo de 2026 com uma escalação muito parecida com a que abriu o Mundial de 2022. Se Carlo Ancelotti confirmar o time testado nos últimos treinos, oito dos 11 titulares que enfrentaram a Sérvia, no Catar, também começarão a estreia contra Marrocos, neste sábado (13), às 19h, […]

A Seleção Brasileira deve começar a Copa do Mundo de 2026 com uma escalação muito parecida com a que abriu o Mundial de 2022.

Se Carlo Ancelotti confirmar o time testado nos últimos treinos, oito dos 11 titulares que enfrentaram a Sérvia, no Catar, também começarão a estreia contra Marrocos, neste sábado (13), às 19h, em Nova Jersey.

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A base mantida tem Alisson, Danilo, Marquinhos, Alex Sandro, Casemiro, Lucas Paquetá, Raphinha e Vinicius Júnior.

As mudanças aparecem em três posições: Gabriel Magalhães entra no lugar de Thiago Silva, Bruno Guimarães ocupa a vaga que era de Neymar, e Matheus Cunha assume o espaço de Richarlison.

Um recorde de continuidade na Seleção

Caso a escalação se confirme, o Brasil terá o maior número de remanescentes entre duas estreias consecutivas em Copas. Nunca a Seleção repetiu tantos titulares de um Mundial para o outro no primeiro jogo.

Até então, o maior número havia sido de cinco jogadores. Isso aconteceu em 2006, quando Cafu, Lúcio, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo começaram a Copa depois de também terem iniciado a campanha do penta em 2002. A marca também aparece na comparação entre 2018 e 2022, com Alisson, Danilo, Thiago Silva, Casemiro e Neymar.

O que muda de 2022 para 2026

A principal mudança está no perfil do time. A entrada de Bruno Guimarães dá mais controle ao meio-campo. Já Gabriel Magalhães representa uma renovação natural na zaga, depois do fim do ciclo de Thiago Silva. No ataque, Matheus Cunha ocupa a função de referência móvel, com mais participação fora da área do que Richarlison.

Neymar, mesmo convocado, não aparece como titular absoluto neste início de Copa. Isso também muda a leitura da Seleção. O time de 2026 parece menos dependente de um camisa 10 clássico e mais voltado a um ataque com mobilidade, força pelos lados e recomposição.

Ancelotti escolhe experiência, não revolução

A repetição da base não significa que o Brasil chega igual ao Catar. O técnico mudou, o contexto mudou e alguns jogadores vivem momentos diferentes. Mas a presença de oito titulares de 2022 mostra que Ancelotti não enxerga aquela geração como encerrada.

Também há um componente emocional. Alisson deve começar sua terceira Copa seguida como titular. Marquinhos, Casemiro, Raphinha e Vini Jr. carregam a frustração de 2022. Para esse grupo, a estreia de 2026 não é apenas o começo de uma nova campanha. É também a primeira chance real de reescrever a própria história em Mundiais.

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