O Flamengo alcançou uma marca rara na história recente das Copas do Mundo. Com o gol de Gonzalo Plata na vitória do Equador sobre a Alemanha, o clube se tornou o único brasileiro com jogadores do elenco marcando nas três últimas edições do Mundial. A sequência começou em 2018, com Paolo Guerrero pelo Peru. Continuou […]
O Flamengo alcançou uma marca rara na história recente das Copas do Mundo. Com o gol de Gonzalo Plata na vitória do Equador sobre a Alemanha, o clube se tornou o único brasileiro com jogadores do elenco marcando nas três últimas edições do Mundial.
A sequência começou em 2018, com Paolo Guerrero pelo Peru. Continuou em 2022, com Giorgian de Arrascaeta pelo Uruguai. Agora, em 2026, chegou a vez de Plata decidir para o Equador.

Em 2018, Guerrero encerrou um longo jejum. O atacante marcou na vitória do Peru por 2 a 0 sobre a Austrália, na fase de grupos da Copa da Rússia. Foi o primeiro gol de um jogador do Flamengo em Mundiais depois de 32 anos.
Quatro anos depois, Arrascaeta ampliou a marca. O meia marcou duas vezes contra Gana, na Copa do Catar, e colocou o Flamengo novamente entre os clubes com jogadores decisivos no torneio.

Em 2026, Plata transformou a sequência em feito histórico. O equatoriano marcou o gol da virada sobre a Alemanha, resultado que colocou o Equador no mata-mata e confirmou a terceira Copa seguida com gol de um atleta rubro-negro.
Plata dá novo peso à marca
O gol de Plata não foi apenas estatístico. O Equador precisava vencer a Alemanha para seguir vivo na Copa e saiu atrás logo no início da partida. Depois do empate de Nilson Angulo, Plata apareceu no segundo tempo para marcar o gol da virada.
Para o Flamengo, a marca ganha força porque envolve três seleções diferentes e três contextos distintos. Guerrero marcou por uma seleção que voltava à Copa depois de 36 anos. Arrascaeta brilhou em uma partida decisiva para o Uruguai. Plata decidiu um jogo de sobrevivência contra uma potência mundial.
Flamengo volta a aparecer na história das Copas
O Flamengo tem uma tradição antiga de jogadores marcando em Mundiais. Leônidas, Zico, Júnior, Zagallo, Sócrates, Guerrero, Arrascaeta e Plata fazem parte dessa lista.

A diferença agora está na continuidade. O clube não teve apenas um nome isolado em uma Copa. Teve representantes balançando as redes em três edições seguidas.
É uma marca que combina força esportiva, alcance internacional e capacidade de manter jogadores de seleção no elenco. E, em uma Copa marcada por grandes histórias individuais, o Flamengo também encontrou uma forma de aparecer: através dos gols de quem veste rubro-negro no dia a dia.
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