A recente decisão da T1 de reinstalar Gumayusi como titular na LCK gerou uma onda de protestos entre os torcedores. O CEO da equipe, Joe Marsh, admitiu ter influenciado essa escolha, o que levou a uma forte reação da comunidade, incluindo um abaixo-assinado com cerca de 6 mil assinaturas pedindo sua renúncia. Os fãs alegam […]
A recente decisão da T1 de reinstalar Gumayusi como titular na LCK gerou uma onda de protestos entre os torcedores. O CEO da equipe, Joe Marsh, admitiu ter influenciado essa escolha, o que levou a uma forte reação da comunidade, incluindo um abaixo-assinado com cerca de 6 mil assinaturas pedindo sua renúncia. Os fãs alegam que essa interferência é um abuso de poder e que a seleção dos jogadores deve ser baseada em habilidade, não em emoções.
Em uma declaração conjunta, a Aliança de Fãs da T1 criticou Marsh por comprometer o espírito esportivo e exigiu um pedido de desculpas público, além de políticas internas que garantam a autonomia da equipe técnica. Os torcedores também destacaram que a escolha de Gumayusi, justificada por Marsh com base em sua “dedicação”, não atende a critérios objetivos de desempenho, levantando preocupações sobre a credibilidade da equipe.
Os protestos não são novos; em janeiro de 2025, a torcida já havia se manifestado contra a decisão de deixar Gumayusi no banco durante a LCK Cup, considerando a mudança desrespeitosa. A comunidade de fãs da T1 enfatiza que a gestão deve ser transparente e justa, e que a honra da equipe, com uma história de cinco títulos mundiais, não deve ser manchada por decisões pessoais.
A T1 se prepara para sua estreia na LCK 2025, marcada para 2 de maio, contra a DN Freecs. A equipe busca restaurar a confiança dos fãs e melhorar seu desempenho em campo, enquanto as tensões em torno da gestão e da escolha dos jogadores continuam a ser um tema central entre os torcedores.
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