Katie Austin, influenciadora de fitness, está em Nova Orleans para a Super Bowl 59, onde cria conteúdo para marcas como Electronic Arts e Nike. Com 31 anos e cerca de 2 milhões de seguidores, ela foi enviada pela Snap e pela NFL para oferecer uma visão dos bastidores do evento. Austin destaca que sua presença […]
Katie Austin, influenciadora de fitness, está em Nova Orleans para a Super Bowl 59, onde cria conteúdo para marcas como Electronic Arts e Nike. Com 31 anos e cerca de 2 milhões de seguidores, ela foi enviada pela Snap e pela NFL para oferecer uma visão dos bastidores do evento. Austin destaca que sua presença ajuda a engajar seus seguidores e aumentar a conscientização sobre a liga.
A NFL tem intensificado suas estratégias de marketing para atrair públicos mais jovens, especialmente a Geração Z e a Geração Alpha, que estão mostrando um aumento recorde em engajamento. Ian Trombetta, vice-presidente sênior da NFL, afirma que os criadores de conteúdo desempenham um papel crucial em alcançar essas audiências, que são mais difíceis de atingir por meios tradicionais.
Para a Super Bowl deste ano, marcas como Nike e EA estão patrocinando criadores para que eles compartilhem suas experiências. Embora Austin não tenha revelado seu pagamento, alguns contratos podem chegar a seis dígitos. Um estudo da Captiv8 indica que os gastos com ativações de influenciadores aumentaram entre 25% e 35% em relação ao ano anterior, com marcas redirecionando fundos de publicidade tradicional.
Desde 2019, a NFL tem investido em criadores, resultando em um aumento no número de jovens que se identificam como fãs. Além de Austin, outros criadores foram enviados para o evento, utilizando filtros de realidade aumentada. O YouTube, que firmou um contrato de US$ 2 bilhões por ano para os direitos do “NFL Sunday Ticket”, também se destaca na conexão da liga com o público digital, sendo o primeiro patrocinador oficial do Super Bowl Tailgate.
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