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Valorização das franquias esportivas nos EUA chega a 1.000% em duas décadas

- As franquias esportivas da América do Norte valorizaram quase 1.000% em 20 anos. - A Atlanta Braves se tornou a primeira equipe pública em 2023, após desmembramento. - Investimentos de private equity permitem aquisição de até 30% de times profissionais. - Proprietários enfrentam riscos ao abrir capital, como perda de controle e pressão de acionistas. - Ligas permanecem cautelosas com a propriedade pública, temendo impactos financeiros e trabalhistas.

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Nos últimos vinte anos, as franquias esportivas da América do Norte, como a NFL, NBA e MLB, tiveram um aumento significativo em suas avaliações, com crescimento próximo a 1.000%, segundo dados da Forbes. Por exemplo, os Baltimore Ravens foram comprados por R$ 600 milhões em 2004 e agora estão avaliados em mais de R$ 6 bilhões. Apesar desse crescimento, a maioria das equipes continua sob a propriedade de famílias ricas, que veem essas franquias como ativos culturais e símbolos de status.

Em 2023, os Atlanta Braves se tornaram a primeira equipe da liga a ser negociada publicamente, após se desvincularem da Liberty Media. Embora essa abertura de capital possa oferecer liquidez e acesso a novos investimentos, ela traz desafios, como maior regulação e pressão de acionistas. A venda de ações pode resultar na perda de controle sobre a equipe, o que preocupa muitos proprietários.

Atualmente, muitos times estão buscando investimentos de private equity, permitindo a aquisição de participações minoritárias entre 10% e 30%. O proprietário dos Kansas City Chiefs, Clark Hunt, destacou essa estratégia como uma “grande nova fonte de capital”. Outros proprietários preferem trabalhar com banqueiros de investimento esportivo, que conectam equipes a investidores dispostos a pagar um prêmio por exclusividade.

As ligas permanecem cautelosas em relação à propriedade pública, temendo as possíveis perturbações que isso poderia causar, como a necessidade de divulgações financeiras sensíveis e negociações trabalhistas mais difíceis. A expectativa de que as empresas de private equity busquem uma saída, seja por meio de vendas ou IPOs, pode levar mais equipes a considerar a abertura de capital no futuro.

Nos últimos vinte anos, as franquias esportivas da América do Norte, como NFL, NBA e MLB, experimentaram um crescimento impressionante em suas avaliações, com aumentos próximos a 1.000%, conforme dados da Forbes. Por exemplo, os Baltimore Ravens foram adquiridos por R$ 600 milhões em 2004 e agora estão avaliados em mais de R$ 6 bilhões. Apesar desse crescimento, a maioria das equipes continua sob a propriedade de famílias ricas, que veem essas franquias como ativos culturais e símbolos de status.

Em 2023, os Atlanta Braves se tornaram a primeira equipe da liga a ser negociada publicamente, após se desvincularem da Liberty Media. Embora a abertura de capital possa proporcionar liquidez e acesso a novos investimentos, essa mudança traz desafios, como maior regulação e pressão de acionistas. Além disso, a venda de ações pode resultar na perda de controle sobre a equipe, um aspecto que preocupa muitos proprietários.

Atualmente, muitos times estão explorando investimentos de private equity, permitindo a aquisição de participações minoritárias entre 10% e 30%. O proprietário dos Kansas City Chiefs, Clark Hunt, destacou essa estratégia como uma “grande nova fonte de capital”. Outros proprietários preferem trabalhar com banqueiros de investimento esportivo, que conectam equipes a investidores dispostos a pagar um prêmio por exclusividade.

As ligas permanecem cautelosas em relação à propriedade pública, temendo as possíveis perturbações que isso poderia causar, como a necessidade de divulgações financeiras sensíveis e negociações trabalhistas mais difíceis. A expectativa de que as empresas de private equity busquem uma saída, seja por meio de vendas ou IPOs, pode levar mais equipes a considerar a abertura de capital no futuro.

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