Sophie Cunningham, jogadora do Indiana Fever, se pronunciou nas redes sociais sobre alegações de um suposto relacionamento íntimo com Josh Bartelstein, CEO do Phoenix Mercury, seu ex-clube. Ela chamou as acusações de Gene Traylor, ex-chefe de segurança do Mercury, de “falsas e extremamente dolorosas”. Traylor, que processou o clube por discriminação racial, afirmou que um vice do time espalhou rumores sobre o relacionamento, que teria ocorrido enquanto Cunningham jogava em Phoenix. A jogadora negou conhecer Traylor e enfatizou que seu foco é competir e inspirar outras mulheres. Ela também criticou a imprensa por não ter buscado sua versão dos fatos.
Sophie Cunningham, jogadora do Indiana Fever, se manifestou nas redes sociais sobre alegações de um suposto relacionamento íntimo com Josh Bartelstein, CEO do Phoenix Mercury. As acusações foram feitas por Gene Traylor, ex-chefe de segurança do Mercury, em um processo de discriminação racial.
Traylor, que também foi diretor de gerenciamento de risco do Phoenix Suns, alegou que seu vice, Cornelius Craig, espalhou rumores sobre o relacionamento entre Cunningham e Bartelstein, que é casado. As alegações surgiram em meio a um processo que cita problemas de segurança nas ligas de basquete dos Estados Unidos. Os documentos foram protocolados na semana passada e divulgados pelo site Page Six.
Cunningham classificou as acusações como “falsas e extremamente dolorosas”. Em sua declaração, a atleta afirmou que nunca conheceu Traylor e criticou a falta de contato da imprensa para ouvir sua versão dos fatos. “Estou aqui para competir, jogar basquete no mais alto nível e vencer, para o meu time e os meus fãs”, destacou.
Um porta-voz do Phoenix Suns também se manifestou, chamando as alegações de Traylor de “moralmente repreensíveis”. A repercussão do caso ganhou destaque na imprensa internacional, com Cunningham reafirmando seu compromisso com o basquete e sua integridade. Ela enfatizou que não permitirá que “fofoca falsa” desvie seu foco do que realmente importa.
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