Um novo jogo chamado “Run It Straight” está fazendo sucesso entre os jovens na Nova Zelândia e na Austrália, mas já causou a morte de um jovem de 19 anos, Ryan Satterthwaite, após um acidente em uma partida em casa. O jogo envolve duas pessoas correndo uma em direção à outra para uma colisão, sem proteção. Ryan sofreu uma lesão grave na cabeça durante uma brincadeira em uma festa de aniversário e faleceu no hospital. Seu tio expressou preocupação sobre os riscos do jogo, que ele considera uma ideia perigosa. O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, pediu que as pessoas não participem do jogo e que os organizadores parem com essas atividades. Especialistas alertam que as colisões no jogo são muito mais perigosas do que em esportes como rugby e futebol americano, que têm regras para proteger os jogadores. A morte de Ryan levantou questões sobre a segurança do jogo, e algumas escolas e parques já baniram a prática. A situação está gerando pressão sobre as autoridades para que tomem medidas mais rigorosas contra o “Run It Straight”.
Um jovem de dezenove anos morreu após um acidente durante uma partida do jogo “Run It Straight” em Palmerston North, Nova Zelândia. O incidente ocorreu em uma festa de aniversário, onde o jovem sofreu uma grave lesão na cabeça. Ele foi levado ao hospital, mas não sobreviveu.
A morte do jovem gerou apelos para a proibição do jogo, que tem se tornado popular entre adolescentes na Nova Zelândia e Austrália. O jogo, que envolve duas pessoas correndo uma em direção à outra para uma colisão, é inspirado em esportes de contato, mas é jogado sem qualquer proteção. O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, classificou a atividade como “uma coisa estúpida” e pediu que as pessoas não participem.
Organizações esportivas e autoridades de saúde também alertaram sobre os riscos associados ao “Run It Straight”. O ministro do Esporte, Mark Mitchell, afirmou que está buscando medidas para regular atividades que apresentam riscos significativos. Especialistas em saúde destacam que as colisões no jogo podem ser mais de cinco vezes mais fortes do que um tackle no rugby, aumentando o risco de lesões graves e morte.
O jogo tem sido promovido por uma liga chamada RUNIT Championship League, que oferece prêmios em dinheiro e tem atraído a atenção nas redes sociais. No entanto, a falta de regras de segurança e supervisão adequada tem gerado preocupações. A CEO da organização de lesões cerebrais Headway, Stacey Mowbray, descreveu o jogo como “violência glorificada” e alertou sobre os perigos que ele representa para os jovens.
Após a morte do jovem, várias escolas na Nova Zelândia começaram a proibir o jogo em seus terrenos, e algumas áreas públicas também tomaram medidas semelhantes. A situação levanta questões sobre a responsabilidade dos organizadores e a necessidade de regulamentação para proteger os participantes.
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