- Daniel Jones passou a usar uma tala 3D para a fíbula lesionada nas últimas duas partidas, com aprovação dos médicos, para manter Indianapolis Colts na briga pelos playoffs.
- A tala foi criada por Clark Bulleit e Kevin Gehsmann, ex-colegas de Duke, que lançaram a empresa Protect3D para apoiar atletas.
- Jones disse que está evoluindo e que a mobilidade ainda preocupa, mas se sente seguro para continuar atuando.
- A dupla participação com a lesão gerou queda de produção: Jones completou 51,9% dos passes nas duas partidas em que atuou com o problema.
- Colts, com recorde 8-4, enfrentam Jacksonville, também 8-4, na continuidade da temporada.
Jones passou a usar uma tala 3D para a fíbula quebrada, aprovada pelos médicos, nas últimas duas partidas. A mobilidade ainda preocupa, mas ele diz estar evoluindo.
Autores da tala são Clark Bulleit e Kevin Gehsmann, ex-colegas de Jones na Duke. Eles criaram, em 2018, uma tala para clavícula e fundaram a Protect3D para uso esportivo.
Jones recebeu o equipamento de um amigo, que viajou a Kansas City para entregá-lo. O atleta afirmou estar satisfeito com o ajuste e com a proteção que a tala oferece até o momento.
Contexto da equipe: os Colts (8-4) seguem na competição pela vaga nos playoffs. O time enfrenta o Jacksonville Jaguars (8-4) neste domingo, em jogo que pode definir a continuidade da temporada.
Detalhes da lesão e desempenho
Nos dois últimos jogos com a tala, Jones teve queda de produção e menor mobilidade, o que impacta o ataque de Indianapolis. O quarterback ainda afirma estar apto a jogar e buscar contribuição no elenco.
Jones ressaltou que recebeu liberação médica para atuar e que busca manter o time na briga pela AFC Sul. A equipe mantém foco no próximo desafio, mantendo a cadência necessária para a reta final.
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