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Jogadora da seleção de base imita trajetória de Julia Bergmann nos EUA

Jovem ponteira de dezoito anos parte para a Georgia Tech nos EUA para estudar Psicologia, seguindo trajetória de Julia Bergmann

Geovanna em sua última partida o Tijuca Tênis Clube (Foto: Thiago Mendes/TTC)
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  • Geovanna, de 18 anos, deixou o Tijuca Tênis Clube após a última partida contra o Praia Clube, encerrando um ciclo vitorioso no Rio de Janeiro.
  • A jogadora garante vaga na Georgia Tech, em Atlanta, para cursar Psicologia.
  • A oportunidade permite seguir o exemplo de Julia Bergmann, medalhista olímpica que também jogou e estudou nos EUA.
  • Criada na base tijucana, Geovanna foi fundamental na ascensão do clube, integrou o elenco adulto na campanha da Superliga C e teve convocações para a Seleção Brasileira de base em 2023.
  • Antes de viajar, agradeceu ao técnico Matheus Bieler, sob cuja orientação ganhou espaço e confiança no time principal.

A Jogadora Geovanna, de 18 anos, encerrou seu ciclo no Tijuca Tênis Clube após a vitória sobre o Praia Clube, nesta segunda-feira (22). A ponteira deixou o clube no Rio de Janeiro rumo aos Estados Unidos, onde garantiu vaga na Georgia Tech. A universidade abre espaço para que ela combine alto rendimento esportivo com estudos em Psicologia.

Geovanna, criada na base do Tijuca, foi peça-chave na subida do clube até a elite. Iniciou como central, foi eleita melhor do estado na categoria sub-17 e hoje atua como ponteira. Carrega a camisa 16 e soma títulos estaduais nas categorias sub-19 e sub-21, além de convocações para a seleção brasileira de base em 2023.

O acerto com a Georgia Tech possibilita que a atleta siga os passos de Julia Bergmann, referência para conciliar esporte de alto nível e estudo fora do país. Em entrevista, Geovanna descreveu o convite como uma oportunidade surpreendente e expressou orgulho por representar o Tijuca no exterior. A jogadora destacou a admiração pela trajetória de Bergmann.

A despedida também teve momentos de gratidão. Antes de partir, Geovanna agradeceu ao técnico Matheus Bieler, que a acompanhou desde o início do projeto na Liga C. Sob o comando dele, a atleta ganhou espaço e confiança até chegar ao time principal. A torcida continuará acompanhando a evolução da atleta com a camisa 16.

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