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Fã interrompe hino dos EUA com frase sobre Groenlândia em jogo da NBA em Londres

Hino dos EUA é interrompido por torcedor em jogo da NBA em Londres; o incidente recebe aplausos e evidencia tensões entre EUA e Europa

Vanessa Williams sang the US national anthem at Sunday’s NBA game in London.
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  • Durante jogo da NBA em Londres, uma pessoa da torcida gritou “Leave Greenland alone” enquanto Vanessa Williams cantava o hino dos EUA, recebendo aplausos de parte da plateia.
  • O episódio ocorre em meio a tensões entre Europa e Estados Unidos, enquanto Trump ameaça tarifas de 25% para vários países europeus caso não permita a compra da Groenlândia.
  • Trump informou também tarifa de 10% a partir de primeiro de fevereiro, com aumento para 25% em primeiro de junho, conforme redes sociais oficiais.
  • O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou que Groenlândia é parte do Reino da Dinamarca e que tarifas sobre aliados são incorretas, prometendo tratar o tema com a administração dos EUA.
  • A situação se soma a reações anteriores a políticas externas de Trump, com torcedores no Canadá e nos EUA já vaiando ou hostilizando o presidente em eventos esportivos.

Um fato chamou atenção durante um jogo da NBA em Londres neste domingo: um espectador interrompeu a execução do hino nacional dos EUA com um insulto, recebendo aplausos de parte da torcida. O incidente ocorreu no O2 Arena, antes da partida entre Memphis Grizzlies e Orlando Magic.

A performance ficou marcada pela intervenção durante a Star-Spangled Banner, apresentada pela atriz Vanessa Williams. A cena gerou reação mista entre os presentes, com segmentos do público aplaudindo o momento.

O episódio ocorreu em meio a tensões entre Estados Unidos e Europa, que ganharam contorno político nesta semana com propostas de tarifas de Washington sobre países europeus caso Greenland não seja adquirido pelos EUA. A proposta fez parte de negociações com aliados da OTAN.

O governo britânico reagiu, reiterando a posição histórica sobre Greenland: a ilha é parte do Reino da Dinamarca, com futuro decidido por groenlandeses e dinamarqueses. A primeira-ministra Keir Starmer afirmou que tarifas sobre aliados para questões de segurança não são aceitáveis.

Especialistas dizem que esse tipo de episódio não é novo em eventos esportivos, ocorrendo também em partidas na América do Norte e em outras regiões quando temas diplomáticos inflamam debates entre torcedores. A situação permanece sob observação de autoridades e organizadores do evento.

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