- Mathias Alessanco, 17 anos, é ala-pivô e figura entre os jovens talentos da basquete brasileira, sendo o jogador mais jovem a defender a seleção adulta em uma partida oficial.
- Atualmente atua na Overtime Elite (OTE), em Atlanta, plataforma que funciona como vitrine para a NBA e reúne preparação técnica e física de alto nível.
- Mora no apelido de “Nikola Doncic” pela combinação de tamanho, passe e leitura de jogo, que o que o diferencia é a visão de armador exibida em quadra.
- Filho de Shilton Alessanco, ele busca adaptar o estilo de jogo à nova era, citando inspirações como Victor Wembanyama, e mirando, ao longo do tempo, o college e a NBA.
- Já visitou universidades nos Estados Unidos, entre elas Nebraska, Michigan e Texas, e acompanha o caminho de Gui Santos, hoje no Golden State Warriors.
Mathias Alessanco, aos 17 anos, desponta como um dos nomes mais promissores do basquete brasileiro. O jovem ala-pivô tornou-se o jogador mais jovem a defender a Seleção Brasileira adulta em uma partida oficial, marcando o início de um caminho com foco na carreira internacional.
Atualmente, Mathias integra a Overtime Elite, em Atlanta, uma plataforma de desenvolvimento que funciona como vitrine para a NBA. O atleta equilibra tamanho, visão de jogo e passe refinado, características que alimentam a comparação com grandes nomes do basquete mundial.
O apelido entre bastidores é emblemático: Nikola Doncic, uma referência à versatilidade de Jokic e Doncic. A ideia é destacar a capacidade de atuar perto da cesta com a mentalidade de armador.
A escolha pela OTE foi estratégica, visando acelerar o amadurecimento técnico e físico. Mathias convive diariamente com os melhores prospectos do mundo, em um ambiente competitivo que aproxima do nível universitário americano.
— A competição entre os melhores prospectos favorece meu preparo para college e NBA, ajudando a entender o ritmo desse nível, afirma o jovem.
Filho de Shilton Alessanco, ídolo do basquete brasileiro, Mathias assimilou ensinamentos do pai, mas busca referências da nova era. Ele cita a mobilidade de nomes como Victor Wembanyama como inspiração para adaptar seu estilo de jogo.
— Preciso me adaptar rápido ao estilo atual, especialmente nos arremessos de média e longa distância, afirma. Sobre o legado, destaca que acompanha o que o pai fala e valoriza o físico como um diferencial.
Além do basquete, a distância da família é reconhecida como custo da ambição. Recentemente, Mathias visitou universidades de Nebraska, Michigan e Texas, fortalecendo seu perfil como um dos recrutados mais cobiçados do país.
— Sei que o que estou fazendo é para chegar onde sempre sonhei, mesmo sem poder ter tudo neste momento, completa o jogador.
A trajetória de Mathias já dialoga com a de Gui Santos, hoje no Golden State Warriors, que treinou ao lado dele nos tempos de Minas. O contato com o alto nível universitário reforça a percepção de que o Brasil tem talento capaz de chegar longe no cenário internacional.
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