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Marquinhos Abdalla, primeiro brasileiro no draft da NBA, morre aos 73 anos

Marquinhos Abdalla, o primeiro brasileiro escolhido no draft da NBA, morre aos 73 anos, deixando legado para a seleção e o basquete nacional

Marquinhos Abdalla na Seleção Brasileira de basquete (Foto: CBB)
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  • Marquinhos Abdalla faleceu no último domingo, 22, aos 73 anos; foi o primeiro brasileiro escolhido no draft da NBA, pelo Portland Trail Blazers, em 1976.
  • O carioca disputou três Jogos Olímpicos pela seleção brasileira: Munique, Moscou e Los Angeles (1972, 1980 e 1984).
  • Pela seleção, integrou a equipe vice-campeã mundial de 1970 e conquistou três títulos sul-americanos, além de vencer os Jogos Pan-Americanos de 1971.
  • Em 1974, defendeu a Universidade Pepperdine e ajudou a abrir caminho para estrangeiros na NCAA; no basquete nacional, atuou por Fluminense, Flamengo, Bradesco e Sírio, com o título mundial de clubes em 1979 pelo Sírio.
  • A Confederação Brasileira de Basquete, na pessoa do presidente Marcelo Sousa, lamentou a perda e ressaltou a importância de Abdalla para o esporte.

Marquinhos Abdalla, referência do basquete brasileiro, morreu no último domingo, aos 73 anos. O carioca ganhou destaque ao defender a seleção brasileira em três Jogos Olímpicos e ficou marcado como o primeiro brasileiro escolhido no draft da NBA.

Nascido no Rio de Janeiro em 1952, Abdalla integrou a equipe que disputou Munique 1972, Moscou 1980 e Los Angeles 1984. Pela seleção, participou de seletivas e competições que consolidaram sua posição entre os maiores nomes da geração.

Em 1976, foi drafted pelo Portland Trail Blazers, tornando-se pioneiro entre brasileiros na NBA. Contudo, ele optou por não assinar o contrato, para permanecer atuando pela equipe nacional.

Atragetória universitária também ganhou destaque. Em 1974, defendeu a Pepperdine, abrindo caminhos para atletas estrangeiros na NCAA. No Brasil, atuou por Fluminense, Flamengo, Bradesco e Esporte Clube Sírio, clube com o qual conquistou o título mundial de clubes em 1979.

Norteado por trajetórias nacionais e internacionais, Abdalla também teve passagens pelo Virtus Bologna e Genova. O presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Marcelo Sousa, manifestou pesar pela perda, destacando a importância técnica e humana do atleta.

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