- brasileiro Vitor Galvani foi eleito Técnico do Ano na G League, comandando o Capitanes Ciudad de México.
- a franquia mexicana é a única da liga sem afiliada a um time da NBA; a equipe terminou a temporada com 24 vitórias em 36 jogos e ficou em segundo na Conferência Oeste.
- a defesa foi a segunda menos vazada na temporada, enquanto o ataque ficou em décimo primeiro em eficiência ofensiva.
- Reynan dos Santos teve médias de 10,1 pontos, 3 rebotes e 1,3 assistência em 22,8 minutos por jogo, em 15 partidas (13 como titular).
- os Capitanes jamais haviam ido aos playoffs; foram eliminados nas quartas de final pelo Rip City Remix em jogo único.
Vitor Galvani foi eleito o Técnico do Ano na G League pela temporada 2025/26, comandando o Capitanes Ciudad de México. O reconhecimento destaca o desempenho da equipe em uma edição histórica para a franquia mexicana, que não pertence a nenhum time da NBA.
O Capitanes terminou a fase regular na Conferência Oeste com 24 vitórias em 36 jogos, ficando em segundo lugar, atrás do South Bay Lakers. O elenco contou com jovens talentos, incluindo o brasileiro Reynan dos Santos, que teve boa participação ao longo da campanha.
Pelo lado técnico, Galvani conduziu a equipe a uma defesa sólida, a segunda menos vazada da liga, enquanto o ataque ocupou a 11ª posição em eficiência. A ausência de um time afiliado permitiu maior rotação entre a G League e a NBA para alguns atletas.
Desempenho histórico e playoffs
Foi a primeira vez que o Capitanes chegou aos playoffs da liga em toda a sua história, chegando às quartas de final. Em jogo único, a equipe foi eliminada pelo Rip City Remix, time afiliado ao Portland Trail Blazers, na última quarta-feira (1).
A trajetória de Galvani no basquete brasileiro começou no Pinheiros, em 2024/25, antes de chegar à liga de desenvolvimento da NBA. Ao longo da carreira, ele também atuou como técnico da seleção brasileira sub-19 e trabalhou em clubes nacionais como Corinthians, Joinville e Campinas.
Reyan dos Santos teve médias de 10,1 pontos, 3 rebotes e 1,3 assistência em 22,8 minutos por jogo, atuando em 15 partidas, com 13 disso como titular. O desempenho individual reforça o equilíbrio entre o trabalho de Galvani e o talento emergente do elenco.
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