- Shaquille O’Neal afirmou que a NBA mudou o ritmo do jogo, ficando mais rápido e físico, com mais arremessos de três pontos.
- Disse que é apenas diferente, comparando a mudança a alguém que tinha cabelo comprido e agora está curto, sem dizer que é melhor ou pior.
- Comentou que gosta da forma como a arbitragem conduz o jogo e citou dois árbitros, Jake e Danny, para explicar o ritmo acelerado.
- Reforçou que jogadores brasileiros são ótimos e não precisam de recomendações dele; incentivou as crianças a treinarem.
- Lembrou ter enfrentado e acompanhado talentos brasileiros como Oscar Schmidt, Nenê (Hilário), Tiago Splitter, Leandro Barbosa e Anderson Varejão, destacando a força e a resistência do Brasil.
Shaquille O’Neal comentou mudanças no ritmo da NBA durante o CNN Esportes S/A deste domingo. Ele disse ver o jogo mais rápido e físico, mas manteve a avaliação de que continua agradável. O relato foi feito na entrevista, onde também mencionou o papel da arbitragem.
O ex-jogador afirmou que o basquete de hoje tem ritmo acelerado e arremessos de três pontos em destaque. Citou dois árbitros, Jake e Danny, como exemplos de condução que mantém o jogo ágil. Comparou as mudanças a uma transformação visual de estilo.
Ainda na entrevista, O’Neal usou uma analogia com Brian Bayati, produtor executivo do DJ Diesel, para enfatizar que a mudança é apenas diferente. Disse que quando as bolas de três caem, o jogo parece mais interessante, mesmo com o novo formato.
O astro ressaltou a qualidade dos jogadores brasileiros, afirmando não precisar de sugestões de ninguém da NBA. Enfatizou que atletas do Brasil já são fortes e que qualquer criança que treina pode alcançar o nível.
Entre lembranças da carreira, o comentarista relembrou duelos contra brasileiros. Citou Oscar Schmidt, Nenê, Tiago Splitter, Leandro Barbosa e Anderson Varejão, destacando o talento mostrado ao longo dos anos.
Detalhes da entrevista
No CNN Esportes S/A, apresentado por João Vitor Xavier, O’Neal consolida a edição 133. O programa aborda bastidores da indústria do esporte, com foco em economia e negócios da NBA e do basquete nacional. A conversa também contou com a participação de Rodrigo Franco Montoro.
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